O senhor é meu pastor e nada me faltará...


anjos - Recados Para Orkut

"Educar com amor".

"Educar com amor".

Um cantinho especial para uma boa e agradável conversa!!!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Iup finalmente "FÉRIAS" !!!!!!!!!!


Já não era sem tempo...
Finalmente as férias tão merecidas...
Não queria ir sem deixar no meus blog a minha previsão do tempo para todos os leitores...
Uma frente de felicidadeVai atingir a região sul do seu coração,no norte choverá alegria e nas demais áreas muito amor!!!   _..._.._  _..._ ..._(... (  ...).._  (_....__..._) _(.. (  ...)  /(_...._)(_...._..._)\ // / / / / | \ \ \ \ / / / / | \ \  \/ /  /  /  | \  \  \♥ ♥    ♥  ♥ ♥   ♥    ♥ ♥   ♥ ♥   ♥ ♥ ♥ ♥♥ ♥   ♥   ♥    ♥ ♥ ♥   ♥♥   ♥   ♥  ♥   ♥ ♥♥  ♥    ♥   ♥ ♥ ♥   ♥♥   ♥ ♥   ♥   ♥   ♥   ♥♥   ♥   ♥   ♥    ♥   ♥  ♥  ´´´, •♥♪♥♪♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥♪- ♪♥´´´¢ /Λ\♥♪♥♥♪♥♥♪♥♪♥♥♪♥♪-- ♥•´´¢ /.....\♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥♥♪♥♪-- ♥♪♥•´¢ / ๑۩ ๑_\♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪- ♪♥•¢/¨๑۩۞۩๑_\´♪♥♪♥♪♥♥♪♥- ♥♪♥♪♥♪♥¨▓¨.♪♥♥♪.▓♥♪♥♪♥♪♥♪- ♪♥♪♥♪♥♪♥•¨▓¨.♪♥♥♪.▓¨★★★★★¨¨¨¨-- ¨¨¨¨★★★¨▓¨.♪♥♥♪.▓¨★★★★★¨¨¨¨-- ¨¨¨¨★★★¨▓¨.♪♥♥♪.▓••••••••- •••••••••••.•••••-- ••••••¨♥♥======♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥- - ♥♥♥♥♥♥♥O Meu desejo é que chova muita alegria nas nossas vidas e que sejamos felizes.

Beijinhos no coração.

Darcléa Cardoso.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Você sabe o significado da palavra "Reveillon"?


O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Toda cultura que têm calendário anual, celebra o "Ano-Novo".
A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa "despertar".
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo, em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces: uma voltada para frente e a outra para trás.

Créditos( WWW.canal13.com.br)

Fica então pra todos um super feliz ano-novo, muitas energias positivas, que seja um ano de realizações de sonhos e projetos. Um ano de colocar em prática todos os nossos desejos mais profundos!
Que o senhor em sua infinita bondade, derrame sobre nossas vidas uma chuva de bênçãos.
Feliz 2009!!!

Significado das cores para usar no Ano Novo. "Reveillon 2009."


Uma das principais simpatias feitas na época de fim de ano está ligada às cores das roupas usadas durante o Ano Novo. Cada cor tem o seu significado, então você deve escolher a cor para o Reveillon 2009 baseado no que você espera conseguir no ano que se aproxima. Por exemplo, quem quer um novo amor deve optar por uma roupa ou lingerie rosa, já quem quer sorte ou dinheiro precisa usar dourado. Para não errar na escolha, confira abaixo a lista dos significados das cores para usar no Ano Novo 2009.

Branco: Traz paz, calma, ordem, simplicidade, harmonia e estimula os sentidos. Significa inocência e pureza.

Dourado: Traz sorte e riqueza.

Rosa: É a cor da feminilidade, da afeição e do romantismo. Deve ser usada por quem quer viver um grande amor.

Verde: Traz vitalidade e confiança. Tem efeito calmante, relaxante e está ligado à harmonia e equilíbrio. É também a cor da fertilidade.

Amarelo: É a cor da prosperidade. Estimula o otimismo, a criatividade, a inteligência e é a cor ideal para quem quer trazer alegria para seus dias.

Laranja: Significa movimento e espontaneidade. A cor estimula a sensação de calor e alegria, trazendo ótimas vibrações e disposição.

Azul: Representa serenidade e segurança. Cor ideal para quem quer calma e confiança.

Vermelho: Significa amor, elegância e requinte. Funciona como estimulante e melhora o ânimo de quem usa.

Créditos (WWW.blogouco.com)

Reflexão. “Feliz Ano Novo”!!!


De repente, num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente
e o ano velho ficou para trás.
De repente, num instante fugaz,
as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que
o ano velho se foi e ano novo chegou.
De repente, os olhos se cruzam,
as mãos se entrelaçam e os seres humanos,
num abraço caloroso, num só pensamento,
exprimem um só desejo e uma só aspiração: paz e amor.
De repente, não importa a nação, não importa a língua,
não importa a cor, não importa a origem,
porque todos são humanos e descendentes de um só Pai,
os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar.
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio,
os homens cantam uma só canção, um só hino: o hino da liberdade.
De repente, os homens esquecem o passado,
lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
Feliz Ano Novo !

Créditos ( WWW.blogouco.com ).

sábado, 27 de dezembro de 2008

Reflexão - “Quais são os profissionais mais importantes da sociedade”?


Depois de terminado mais um ano letivo , trabalhoso e bastante conturbado do ponto de vista das políticas para educação, e numa altura em que se fala de crise de valores e na degradação da imagem e do papel do professor na escola atual, resta-nos deixar uma reflexão de um educador já referenciado por nós- Augusto Cury- sobre o estado atual da sociedade e a crise na educação. Esta reflexão vem na parte final de um livro, sugerido neste blog –“ Pais Brilhantes, Professores Fascinantes” – Como formar jovens felizes e inteligentes , livro que todos pais e educadores deveriam ler, pois a sua mensagem vai ao encontro das nossas inquietações e angustias.
O poético sonho de reconquistar o valor da educação, transposto para a história da Grande Torre, é ainda uma miragem na sociedade atual. Mas, enquanto a sociedade não acorda, Augusto Cury procurou , no final do livro, prestar uma homenagem aos pais e aos professores, como agentes e “ construtores de um mundo melhor”.

Créditos:( Marcos Florentino).

Reflexão. A história da "Grande Torre".


Num tempo não muito distante do nosso, a humanidade ficou tão caótica que os homens fizeram um grande concurso. Eles queriam saber qual a profissão mais importante da sociedade. Os organizadores do evento construíram uma grande torre dentro de um enorme estádio com degraus de ouro, cravejados de pedras preciosas. A torre era belíssima. Chamaram a imprensa mundial, a TV, os jornais, as revistas e as rádios para realizarem a cobertura.

O mundo estava plugado no evento. No estádio, pessoas de todas as classes sociais se espremiam para ver a disputa de perto. As regras eram as seguintes: cada profissão era representada por um ilustre orador. O orador deveria subir rapidamente num degrau da torre e fazer um discurso eloqüente e convincente sobre os motivos pelos quais sua profissão era a mais importante da sociedade moderna. O orador tinha de permanecer na torre até o final da disputa. A votação era mundial e pela Internet.

Nações e grandes empresas patrocinavam a disputa. A categoria vencedora receberia prestígio social, uma grande soma em dinheiro e subsídios do governo. Estabelecidas as regras, a disputa começou. O mediador do concurso bradou: “O espaço está aberto!”

Sabem quem subiu primeiro na torre? Os educadores? Não! O representante da minha classe, a dos psiquiatras.

Ele subiu na torre e a plenos pulmões proclamou: “As sociedades modernas se tornarão uma fábrica de estresse. A depressão e a ansiedade são as doenças do século. As pessoas perderam o encanto pela existência. Muitas desistem de viver. A indústria dos antidepressivos e dos tranqüilizantes se tornou a mais importante do mundo”. Em seguida, o orador fez uma pausa. O público, pasmo, ouvia atentamente seus argumentos contundentes.

O representante dos psiquiatras concluiu: “O normal é ter conflitos, e o anormal é ser saudável. O que seria da humanidade sem os psiquiatras? Um albergue de seres humanos sem qualidade de vida! Por vivermos numa sociedade doentia, declaro que somos, juntamente com os psicólogos clínicos, os profissionais mais importantes da sociedade!”

No estádio reinou um silêncio. Muitos na platéia olharam para si mesmos e perceberam que não eram alegres, estavam estressados, dormiam mal, acordavam cansados, tinham uma mente agitada, dores de cabeça. Milhões de espectadores ficaram com a voz embargada. Os psiquiatras pareciam imbatíveis.

Em seguida, o mediador bradou: “O espaço está aberto!” Sabem quem subiu depois? Os professores? Não! O representante dos magistrados - os juizes de direito.

Ele subiu num degrau mais alto e num gesto de ousadia desferiu palavras que abalaram os ouvintes: “Observem os índices de violência! Eles não param de aumentar. Os seqüestros, assaltos e a violência no trânsito enchem as páginas dos jornais. A agressividade nas escolas, os maus-tratos infantis, a discriminação racial e social fazem parte da nossa rotina. Os homens amam seus direitos e desprezam seus deveres”.

Os ouvintes menearam a cabeça, concordando com os argumentos. Em seguida, o representante dos magistrados foi mais contundente: “O tráfico de drogas movimenta tanto o dinheiro como o petróleo. Não há como extirpar o crime organizado. Se vocês querem segurança, aprisionem-se dentro de suas casas, pois a liberdade pertence aos criminosos. Sem os juizes e os promotores, a sociedade se esfacela. Por isso, declaro, com o apoio dos promotores e do aparelho policial, que representamos a classe mais importante da sociedade”.

Todos engoliram em seco essas palavras. Elas perturbavam os ouvidos e queimavam na alma. Mas pareciam incontestáveis. Outro momento de silêncio, agora mais prolongado. Em seguida, o mediador, já suando frio, disse: “O espaço está novamente aberto!”

Um outro representante mais intrépido subiu num degrau mais alto da torre. Sabem quem foi desta vez? Os educadores? Não!

Foi o representante das forças armadas. Com uma voz vibrante e sem delongas, ele discursou: “Os homens desprezam o valor da vida. Eles se matam por muito pouco. O terrorismo elimina milhares de pessoas. A guerra comercial mata milhões de fome. A espécie humana se esfacelou em dezenas de tribos. As nações só se respeitam pela economia e pelas armas que possuem. Quem quiser a paz tem de se preparar para a guerra. Os poderes econômico e bélico, e não o diálogo, são os fatores de equilíbrio num mundo espúrio”.

Suas palavras chocaram os ouvintes, mas eram inquestionáveis. Em seguida, ele concluiu: “Sem as forças armadas, não haveria segurança. O sono seria um pesadelo. Por isso, declaro, quer se aceite ou não, que os homens das forças armadas não são apenas a classe profissional mais importante, mas também a mais poderosa”. A alma dos ouvintes gelou. Todos ficaram atônitos.

Os argumentos dos três oradores eram fortíssimos. A sociedade tinha se tornado um caos. As pessoas do mundo todo, perplexas, não sabiam qual atitude tomar: se aclamavam um orador, ou se choravam pela crise da espécie humana, que não honrou sua capacidade de pensar.

Ninguém mais ousou subir na torre. Em quem votariam?

Quando todos pensavam que a disputa havia se encerrado, ouviu-se uma conversa no sopé da torre. De quem se tratava? Desta vez eram os professores. Havia um grupo deles da pré-escola, do ensino fundamental, do médio e do universitário. Eles estavam encostados na torre dialogando com um grupo de pais. Ninguém sabia o que estavam fazendo. A TV os focalizou e projetou num telão. O mediador gritou para um deles subir na torre. Eles se recusaram.

O mediador os provocou: “Sempre há covardes numa disputa”. Houve risos no estádio. Fizeram chacota dos professores e dos pais.

Quando todos pensavam que eles eram frágeis, os professores, com o incentivo dos pais, começaram a debater as idéias, permanecendo no mesmo lugar. Todos se faziam representar.

Um dos professores, olhando para o alto, disse para o representante dos psiquiatras: “Nós não queremos ser mais importantes do que vocês. Apenas queremos ter condições para educar a emoção dos nossos alunos, formar jovens livres e felizes, para que eles não adoeçam e sejam tratados por vocês”. O representante dos psiquiatras recebeu um golpe na alma.

Em seguida, um outro professor que estava no lado direito da torre olhou para o representante dos magistrados e disse: “Jamais tivemos a pretensão de ser mais importantes do que os juízes. Desejamos apenas ter condições para lapidar a inteligência dos nossos jovens, fazendo-os amar a arte de pensar e aprender a grandeza dos direitos e dos deveres humanos. Assim, esperamos que jamais se sentem num banco dos réus”. O representante dos magistrados tremeu na torre.

Uma professora do lado esquerdo da torre, aparentemente tímida, encarou o representante das forças armadas e falou poeticamente: “Os professores do mundo todo nunca desejaram ser mais poderosos nem mais importantes do que os membros das forças armadas. Desejamos apenas ser importantes no coração das nossas crianças. Almejamos levá-las a compreender que cada ser humano não é mais um número na multidão, mas um ser insubstituível, um ator único no teatro da existência”.

A professora fez uma pausa e completou: “Assim, eles se apaixonarão pela vida, e, quando estiverem no controle da sociedade, jamais farão guerras, sejam guerras físicas que retiram o sangue, sejam as comerciais que retiram o pão. Pois cremos que os fracos usam a força, mas os fortes usam o diálogo para resolver seus conflitos. Cremos ainda que a vida é obra-prima de Deus, um espetáculo que jamais deve ser interrompido pela violência humana”.

Os pais deliraram de alegria com essas palavras. Mas o representante do judiciário quase caiu da torre.

Não se ouvia um zumbido na platéia. O mundo ficou perplexo. As pessoas não imaginavam que os simples professores que viviam no pequeno mundo das salas de aula fossem tão sábios. O discurso dos professores abalou os líderes do evento.

Vendo ameaçado o êxito da disputa, o mediador do evento disse arrogantemente: “Sonhadores! Vocês vivem fora da realidade!”. Um professor destemido bradou com sensibilidade: “Se deixarmos de sonhar, morreremos!”

Sentindo-se questionado, o organizador do evento pegou o microfone e foi mais longe na intenção de ferir os professores: “Quem se importa com os professores na atualidade? Comparem-se com outras profissões. Vocês não participam das mais importantes reuniões políticas. A imprensa raramente os noticia. A sociedade pouco se importa com a escola. Olhem para o salário que vocês recebem no final do mês!” Uma professora fitou-o e disse-lhe com segurança: “Não trabalhamos apenas pelo salário, mas pelo amor dos seus filhos e de todos os jovens do mundo”.

Irado, o líder do evento gritou: “Sua profissão será extinta nas sociedades modernas. Os computadores os estão substituindo! Vocês são indignos de estar nesta disputa”.

A platéia, manipulada, mudou de lado. Condenaram os professores. Exaltaram a educação virtual. Gritaram em coro: “Computadores! Computadores! Fim dos professores!”. O estádio entrou em delírio repetindo esta frase. Sepultaram os mestres. Os professores nunca haviam sido tão humilhados. Golpeados por essas palavras, resolveram abandonar a torre. Sabem o que aconteceu?

A torre desabou. Ninguém imaginava, mas eram os professores e os pais que estavam segurando a torre. A cena foi chocante. Os oradores foram hospitalizados. Os professores tomaram então outra atitude inimaginável: abandonaram, pela primeira vez, as salas de aula.

Tentaram substituí-los por computadores, dando uma máquina para cada aluno. Usaram as melhores técnicas de multimídia. Sabem o que ocorreu?

A sociedade desabou. As injustiças e as misérias da alma aumentaram mais ainda. A dor e as lágrimas se expandiram. O cárcere da depressão, do medo e da ansiedade atingiu grande parte da população. A violência e os crimes se multiplicaram. A convivência humana, que já estava difícil, ficou intolerável. A espécie humana gemeu de dor. Corria o risco de não sobreviver...

Estarrecidos, todos entenderam que os computadores não conseguiam ensinar a sabedoria, a solidariedade e o amor pela vida. O público nunca pensara que os professores fossem os alicerces das profissões e o sustentáculo do que é mais lúcido e inteligente entre nós. Descobriu-se que o pouco de luz que entrava na sociedade vinha do coração dos professores e dos pais que arduamente educavam seus filhos.

Todos entenderam que a sociedade vivia uma longa e nebulosa noite. A ciência, a política e o dinheiro não conseguiam superá-la. Perceberam que a esperança de um belo amanhecer repousa sobre cada pai, cada mãe e cada professor, e não sobre os psiquiatras, o judiciário, os militares, a imprensa...

Não importa se os pais moram num palácio ou numa favela, e se os professores dão aulas numa escola suntuosa ou pobre - eles são a esperança do mundo.

Diante disso, os políticos, os representantes das classes profissionais e os empresários fizeram uma reunião com os professores em cada cidade de cada nação. Reconheceram que tinham cometido um crime contra a educação. Pediram desculpas e rogaram para que eles não abandonassem seus filhos.

Em seguida, fizeram uma grande promessa. Afirmaram que a metade do orçamento que gastavam com armas, com o aparato policial e com a indústria dos tranqüilizantes e dos antidepressivos seria investida na educação. Prometeram resgatar a dignidade dos professores, e dar condições para que cada criança da Terra fosse nutrida com alimentos no seu corpo e com o conhecimento na sua alma. Nenhuma delas ficaria mais sem escola.

Os professores choraram. Ficaram comovidos com tal promessa. Há séculos eles esperavam que a sociedade acordasse para o drama da educação. Infelizmente, a sociedade só acordou quando as misérias sociais atingiram patamares insuportáveis.

Mas, como sempre trabalharam como heróis anônimos e sempre foram apaixonados por cada criança, cada adolescente e cada jovem, os professores resolveram voltar para a sala de aula e ensinar cada aluno a navegar nas águas da emoção.

Pela primeira vez, a sociedade colocou a educação no centro das suas atenções. A luz começou a brilhar depois da longa tempestade... No final de dez anos os resultados apareceram, e depois de vinte anos todos ficaram boquiabertos.

Os jovens não desistiam mais da vida. Não havia mais suicídios. O uso de drogas dissipou-se. Quase não se ouvia falar mais de transtornos psíquicos e de violência. E a discriminação? O que é isso? Ninguém se lembrava mais do seu significado. Os brancos abraçavam afetivamente os negros. As crianças judias dormiam na casa das crianças palestinas. O medo se dissolveu, o terrorismo desapareceu, o amor triunfou.

Os presídios se tornaram museus. Os policiais se tornaram poetas. Os consultórios de psiquiatria se esvaziaram. Os psiquiatras se tornaram escritores. Os juizes se tornaram músicos. Os promotores se tornaram filósofos. E os generais? Descobriram o perfume das flores, aprenderam a sujar suas mãos para cultivá-las.

E os jornais e as TVs do mundo? O que noticiavam, o que vendiam? Deixaram de vender mazelas e lágrimas humanas. Vendiam sonhos, anunciavam a esperança...

Quando esta história se tornará realidade? Se todos sonharmos este sonho, um dia ele deixará de ser apenas um sonho.

(CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003, pp. 159-167).

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Reflexão. "Bons Amigos" Amigo é aquele que te diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação.


Abençoados os que possuem amigos,
os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede,
não se compra, nem se vende,
amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos,
os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala,
não questiona, nem se rende.
amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos,
os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora,
amigo não tem hora
pra consolar!

Benditos sejam todos os amigos,
que acreditam na tua verdade
ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção
é a base, quando falta o chão.

Benditos sejam todos os amigos
de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros
da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

(Machado de Assis)

"Os sete pecados capitais dos educadores, segundo Augusto Cury".


O primeiro deles é corrigir o educando publicamente. Um educador jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ela seja, diante dos outros. Um educador deve valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.

O segundo é expressar autoridade com agressividade. Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.

O terceiro é ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança. Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.

O quarto é punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações. A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações. Para educar, use primeiro o silêncio e depois as idéias. Elogie o educando antes de corrigi-lo ou criticá-lo. Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.

Quinto: ser impaciente e desistir de educar. É preciso compreender que por trás de cada educando arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.

O sexto é não cumprir com a palavra. As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não o quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educando. Cumpra o que prometer. A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.

Sétimo: Destruir a esperança e os sonhos. A maior falha que os educadores podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens. Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar. O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.

Você que é pai, professor ou responsável pela educação de alguém, considere que há um mundo a ser descoberto dentro de cada criança e de cada jovem.

Só não consegue descobri-lo quem está encarcerado dentro do seu próprio mundo.

Lembre-se que a educação é a única ferramenta capaz de transformar o mundo para melhor, e que essa ferramenta está nas suas mãos.

Do seu uso adequado depende o presente e dependerá o futuro. O jovem é o presente e a criança é a esperança do porvir.

Pense nisso e faça valer a pena o seu título de educador.

Eduque. Construa um mundo melhor. Plante no solo dos corações infanto-juvenis as flores da esperança.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Depressão Infantil. "Fique atento"


Ao contrário do que muitos pensam, criança também sofre de depressão. A depressão que sempre pareceu um mal exclusivo dos adultos hoje em dia afeta cerca de 2% das crianças e 5% dos adolescentes do mundo.
Diagnosticar depressão é mais difícil nas crianças, pois os sintomas podem ser confundidos com mal criação, pirraça ou birra, mau humor, tristeza e agressividade. O que diferencia a depressão das tristezas do dia-a-dia é a intensidade, a persistência e as mudanças em hábitos normais das atividades da criança.
Costuma manifestar-se a partir de uma situação traumática, tais como: separação dos pais, mudança de colégio, morte de uma pessoa querida ou animal de estimação.
Sintomas:
Sentimentos de desesperança.
Dificuldade de concentração, memória ou raciocínio.
Angústia.
Pessimismo.
Agressividade.
Falta de apetite.
Tronco arqueado.
Falta de prazer em executar atividades.
Isolamento.
Apatia.
Insônia ou sono excessivo que não satisfaz
Desatenção em tudo que tenta fazer.
Queixas de dores.
Baixa auto-estima e sentimento de inferioridade
Idéia de suicídio ou pensamento de tragédias ou morte.
Sensação freqüente de cansaço ou perda de energia
Sentimentos de culpa.
Dificuldade de se afastar da mãe.
Medos e aflições de abandono e rejeição.
Ao primeiro sinal de depressão, os pais devem acolher a criança e encaminhá-la a um profissional o mais rápido possível. Na maioria das vezes, o apoio da família e a psicoterapia são suficientes. Somente a partir dos 6 anos de idade, é necessário, em alguns casos, intervir com medicamentos. A depressão infantil desencadeia várias outras doenças tais como: anorexia, bulimia, etc.

Reflexão. Chegou o Natal: "Hora de refletir sobre sua vida e o mundo".


Meu desejo de Natal

Neste Natal eu desejo que a "Paz e a Harmonia" encontre moradia em todos os corações.

Que a Esperança seja um sentimento constante em cada ser que habita este planeta.

Desejo que o Amor e a Amizade prevaleça acima de todas as coisas materiais.

Que as Tristezas ou Mágoas, sejam banidas dos corações, dando lugar apenas ao Carinho.

Que a "Dor do Amor", encontre o remédio em outro Amor.

Que a "Dor Física", seja amenizada e que Deus esteja ao lado de todos, dando muita força, fé e resignação.

Que a Solidão seja Extinta, e no seu lugar se instale a Amizade Verdadeira, e o Companheirismo.

Que as pessoas procurem olhar mais a sua "Volta", e não tanto para "Si" mesma.

Que a Humildade e o Respeito residam na Alma e no Coração de todos.
"Que saibamos Amar e Respeitar o Próximo como a nós mesmos".

Desejo também que meu pedido se realize não só neste Natal, mas em todos os dias de nossas vidas!

Desejo à você,

UM FELIZ NATAL

E UM ANO NOVO CHEIO DE REALIZAÇÕES

"Toda mulher gosta de rosas e eu, prefiro as vermelhas".


"Rosas" - Ana Carolina.

Você pode me ver do jeito que quiser
Eu não vou fazer esforço pra te contrariar
De tantas mil maneiras que eu posso ser
Estou certa que uma delas vai te agradar

Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar

Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas

Se o teu santo por acaso não bater com o meu
Eu retomo o meu caminho e nada a declarar
Meia culpa cada um que vá cuidar do seu
Se for só um arranhão não vou nem soprar

Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar

Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas Composição:(Totonho Villeray).

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Poesia " Derramando Pétalas".




Dirijam vossas vidas, seja nas tristezas, seja nas alegrias, sempre derramando pétalas,
assim como as flores.

As flores, seja dia, seja noite, haja chuva, haja sol,
enviam para o ar que respiramos todo o perfume que contém, lembrando aos homens
que a vida perfumada segue mais além.

Espalhemos nossas essências de amor,
perfumando a vida daqueles que nem sequer sabem admirar uma flor,
ou nunca pararam para apreciar
a beleza gratuita feita pelo nosso Pai com amor,
para que os homens se inspirassem
na simplicidade e beleza de uma simples flor.

Se colhida e dedicada a alguém significa amor.
Sejamos apenas simplesmente uma flor,
atuemos em estado de graça,
espalhemos beleza onde existe tristeza, colhamos as dores alheias e nos transformemos em buquê de flores, para oferecermos o nosso amor a todos,
com a mesma graça beleza e cor.

Apenas uma flor.
O exemplo da flor bastará para uma transformação de muito amor.

Não importa, jasmim, rosa, cravo, não importa a flor,
o importante é que espalhemos as pétalas de nosso amor.

Sejamos Flor!!!

Sejamos Amor!!!

(Cora Maria)

domingo, 21 de dezembro de 2008

Reflexão “Homenagem aos Professores".


“Homenagem aos meus colegas professores neste final de 2008, verdadeiros heróis, ainda não reconhecidos à altura em sua árdua e especial missão”.

Em nome de todos os alunos do mundo, queremos agradecer todo o amor com que trataram até hoje a educação. Muitos de vocês gastaram os melhores anos de sua vida, alguns até adoeceram, nessa árdua tarefa.
O sistema social não os valoriza na proporção da sua grandeza, mas tenham a certeza de que, sem vocês, a sociedade não tem horizonte, nossas noites não têm estrelas, nossa alma não tem saúde, nossa emoção não tem alegria.
Agradecemos seu amor, sabedoria, lágrimas, criatividade, perspicácia, dentro e fora da sala de aula. O mundo pode não os aplaudir, mas o conhecimento mais lúcido da ciência tem de reconhecer que vocês são os profissionais mais importantes da sociedade.
Professores, muito obrigado. Vocês são mestres da vida.
Não escrevo para heróis, mas para pessoas que sabem que educar é realizar a mais bela e complexa arte da inteligência. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro, mesmo que os jovens nos decepcionem no presente.
Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.

(Augusto Cury).


Um feliz e santo Natal, meus companheiros professores! Um Ano Novo com paz e saúde sob as bênçãos de Jesus.
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Reflexão " Fortes X Fracos ". De que lado você está?


Para Deus ......
os indivíduos fortes usam o diálogo; os fracos, o poder e as armas....
os fortes são pacificadores, diplomatas da paz; os fracos promovem conflitos....
os fortes perdoam; os fracos condenam....
os fortes amam e dão a outra face;
os fracos excluem e, por vezes, eliminam os que pensam de maneira diferente....
os fortes não fazem propaganda dos seus atos generosos;
os fracos, são especialistas em auto-promoção, ainda que através de ações sutis.


(Augusto Cury).

Homenagem do blog ao escritor nota mil... " Dr.Augusto Cury" Obrigada por você existir.



Augusto Jorge Cury é médico psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e Pós-graduado em Psicologia Social, com pesquisa na Espanha na área de Ciências da Educação, é fundador da Academia de Inteligência, um instituto que promove seminários, cursos e treinamento sobre qualidade de vida e desenvolvimento da inteligência lógica, emocional e multifocal para empresas, profissionais liberais, educadores, psicólogos e público em geral.Na área educacional contribuiu com novos métodos e dinâmicas que tornam o ensino mais criativo e menos stressante.
Escritor,desenvolveu a teoria da Inteligência Multifocal, sobre o funcionamento da mente e o processo de construção do pensamento.
É pesquisador na área de qualidade de vida e desenvolvimento da inteligência, abordando a natureza, a construção e a dinâmica da emoção e dos pensamentos.
Desenvolve na Espanha pesquisa em Ciências da Educação na área de qualidade de vida.Cury foi conferencista no 13° Congresso Internacional sobre Intolerância e Discriminação da Universidade BYU, nos Estados Unidos. É doutor honoris causa pela UNIFIL (Centro Universitário Filadélfia, em Londrina.Os seus livros já venderam milhões de exemplares, destacando-se: "Você é Insubstituível", "Dez Leis para Ser Feliz", "Revolucione sua Qualidade de Vida", "Seja Líder de Si Mesmo", "Nunca Desista de Seus Sonhos" "A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres", "Pais Brilhantes, Professores Fascinantes", "Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes". entre outros, publicados pela Sextante.
Ele também é autor de "Inteligência Multifocal" (Editora Cultrix), "Treinando a Emoção para Ser Feliz" e da coleção Análise da Inteligência de Cristo, publicados pela Editora Academia de Inteligência.
É considerado, nos últimos anos, o autor mais lido do Brasil. É um verdadeiro fenômeno editorial com mais de 9 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo!(CURY, 2008, "Vendedor de Sonhos" e "Código da Inteligência").

domingo, 14 de dezembro de 2008

Poesia "Desejos".


Desejo que apesar de todas as dificuldades,
apesar de algumas tristezas que insistem,
que mesmo com essa montanha erguida,
o sol possa ser seu presente mais doce.
Desejo que você aceite seu tempo, seja ele qual for.
Que sinta serenidade na espera necessária
para que a semente plantada brote no tempo certo.

Desejo então que sua flor seja inteira,
e mesmo que inicialmente pequena e frágil,
ela lhe traga as luzes de uma estrada azul.

Que sua sabedoria esteja desperta aguardando com
tranqüilidade o desabrochar da sua flor.
Em paz, em cadência ritmada
com o aprendizado que vem chegando.
Em mais suaves permissões a você.
Em muito mais reconhecimento da sua coragem.

Desejo a você um sol diferente.

Espalhando seu sorriso pela densidade das nuvens, simplificando o aspecto complicado de alguns momentos e mostrando-lhe a fonte essencial para sua sede.

Desejo que a cada instante você desnude mais seu coração e deixe que nele vibre em tom maior: O AMOR.

O amor na sua expressão mais simples.
Que não mede, não faz contas
e que tem o poder de lhe erguer
acima de todas as montanhas escuras.

Reflexão "Uma história de amor impossível".


Conta a lenda que uma jovem mariposa - de corpo frágil e alma sensível -
voava ao sabor do vento certa tarde,
quando viu uma estrela muito brilhante, e se apaixonou.
Excitadíssima, voltou imediatamente para casa,
louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor.

- Que bobagem! - foi a resposta fria que escutou.
- As estrelas não foram feitas para que as mariposas
possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur,
e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.

Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar
o comentário da mãe, e permitiu-se ficar de novo alegre
com a sua descoberta. - Que maravilha poder sonhar!- pensava.
Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar,
e ela decidiu que iria subir até o céu,
voar em torno daquela luz radiante, e demonstrar seu amor.

Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada,
mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal.
Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho,
iria terminar chegando na estrela,
então armou-se de paciência
e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.
Esperava com ansiedade que a noite descesse,
e quando via os primeiros raios da estrela,
batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.

Sua mãe ficava cada vez mais furiosa:

- Estou muito decepcionada com a minha filha - dizia.
- Todas as suas irmãs, primas e sobrinhas
já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas!
Só o calor de uma lâmpada é capaz de aquecer o coração
de uma mariposa; você devia deixar de lado estes sonhos inúteis,
e arranjar um amor que possa atingir.

A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia,
resolveu sair de casa. Mas, no fundo - como, aliás, sempre acontece
ficou marcada pelas palavras da mãe, e achou que ela tinha razão.

Por algum tempo, tentou esquecer a estrela
e apaixonar-se pela luz dos abajures de casas suntuosas,
pelas luminárias que mostravam as cores de quadros magníficos,
pelo fogo das velas que queimavam nas mais belas catedrais do mundo.
Mas seu coração não conseguia esquecer a estrela, e,
depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido,
resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.

Noite após noite, tentava voar o mais alto possível,
mas quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado
e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto,
à medida que ia ficando mais velha,
passou a prestar atenção em tudo que via à sua volta.
Lá do alto, podia enxergar as cidades cheias de luzes,
onde provavelmente suas primas, irmãs e sobrinhas
já tinham encontrado um amor. Via as montanhas geladas,
os oceanos com ondas gigantescas,
as nuvens que mudavam de forma a cada minuto.
A mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela,
porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.

Muito tempo se passou, e um belo dia ela resolveu voltar à sua casa.
Foi então que soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs,
primas e sobrinhas, e todas as mariposas que havia conhecido
já tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas,
destruídas pelo amor que julgavam fácil.

A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela,
viveu muitos anos ainda, descobrindo toda noite algo diferente
e interessante. E compreendendo que, às vezes,
os amores impossíveis trazem muito mais alegrias
e benefícios que aqueles que estão ao alcance de nossas mãos.


(Paulo Coelho)

"Quem canta seus males espanta"


A música é um meio de expressão de idéias e sentimentos mas também uma forma de linguagem muito apreciada pelas pessoas. Desde muito cedo, a música adquire grande importância na vida de uma criança. Você com certeza deve lembrar de alguma música que tenha marcado sua infância e, junto com essa lembrança, deve recordar as sensações que acompanharam tal execução. Além de sensações, através da experiência musical são desenvolvidas capacidades que serão importantes durante o crescimento infantil.
Em condições normais, os órgãos responsáveis pela audição começam a se desenvolver no período de gestação e somente por volta dos onze anos de idade é que o sistema funcional auditivo fica completamente maduro, por isso a estimulação auditiva na infância tem papel fundamental. Sabe-se que os bebês reagem a sons dentro do útero materno e que a música, desde que apropriadamente escolhida, pode acalmar os recém-nascidos.
Vale ressaltar a importância não apenas da música tocada através de um aparelho, mas também o contato estabelecido entre a mãe e o bebê. Assim, cantar, murmurar ou assobiar fornecem elementos sonoros e também afetivos, através da intensidade do som, inflexão da voz, entonação, contato de olho e contato corporal, que serão importantes para a evolução do bebê no sentido auditivo, lingüístico, emocional e cognitivo.
Isso ocorre também durante todo o desenvolvimento infantil, pois através da música e de suas características peculiares, tais como ritmos variados e estrutura de texto diferenciada, muitas vezes com utilização de rimas, a criança vai desenvolvendo aspectos de sua percepção auditiva, que serão importantes para a evolução geral de sua comunicação, favorecendo também a sua integração social.
Quando estão cantando, as crianças trabalham sua concentração, memorização, consciência corporal e coordenação motora, principalmente porque, juntamente com o cantar, ocorre com freqüência o desejo ou a sugestão para mexer o corpo acompanhando o ritmo e criando novas formas de dança e expressão corporal.
Contudo, não se deve esperar que apenas a escola estimule a criança. Deve-se, ao contrário, oferecer a ela um leque variado de experiências musicais para que perceba diferenças entre estilos, letras, velocidades e ritmos (trabalhando assim a atenção e a discriminação auditiva) e permitir que faça escolhas e sugira repetições, o que geralmente a criança pequena faz com freqüência, como forma de aprendizagem e recurso de memorização (desta forma ela estará trabalhando a memória auditiva).
No setor lingüístico percebemos a possibilidade de estimular a criança a ampliar seu vocabulário, uma vez que, através da música, ela se sente motivada a descobrir o significado de novas palavras que depois incorpora a seu repertório.
Todos esses benefícios são estendidos não só à linguagem falada, mas também à escrita, na medida em que boa percepção, bom vocabulário e conhecimento de estruturas de texto são elementos importantes para ser bom leitor e bom escritor.
E então, você já está pensando em alguma música para cantar junto com seus alunos? O importante é respeitar interesses individuais e também específicos de cada fase do desenvolvimento; assim, crianças pequenas podem mostrar maior interesse por temas relacionados a super-heróis, seres mágicos, animais, ou assuntos como amizade, medo etc.
Finalmente, quero lembrar que ouvir música não deve ser uma atividade imposta e sim realizada com prazer, pois somente assim os benefícios serão obtidos de forma natural.

Reflexão "Quando me amei de verdade"



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... AUTO-ESTIMA.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é… AUTENTICIDADE.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente
e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… AMADURECIMENTO.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar
alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… RESPEITO.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável … Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De início, minha razão chamou essa atitude de EGOISMO.
Hoje sei que se chama… AMOR-PRÓPRIO.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de
fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… SIMPLICIDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a… HUMILDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me
preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… PLENITUDE.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é…. SABER VIVER!
(Charles Chaplin)

“Não devemos ter medo dos confrontos…
Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.”

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Poesia." Alua". Tem coisa mais bonita?


A lua

Quando se fez noite. Olhei para a lua e sorri. E me senti a levitar como se a lua me atraísse.
Conversando com ela.
Comentei sobre nossa amizade.
A lua em soluços.
Pôs-se a chorar. Sabe o que lhe falei?
Lhe falei, que quando toco em seus cabelos.
É como acariciar mechas da mais pura seda.
Que quando olho nos teus olhos vejo o mar e a natureza que reluz em seu olhar.
E que enudesse meu coração e codifica os meus mais profundos sentimentos.
Lhe disse também.
Que um murmurar de tua boca exala palavras de conforto para um coração que sofre.
E teu sorriso reflete o carisma que habita dentro em ti.
E tuas mãos macias ao tocar em mim.
Faz-me sentir correspondida de uma grande e verdadeira amizade.
A lua então, quando seus olhos secos ficaram.
Criou uma estrela para que nossa amizade ultrapasse a barreira da vida e se faça eterna.( Autor desconhecido).

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Reflexão. "Ser professor"


Ser professor...
Não é para qualquer um!
Requer dedicação,
esforço, paixão.
Para ser professor, não é necessário apenas
dar aulas,
É preciso ir mais além!
Requer a conquista
do aluno, a
confiança,
a amizade.
Ser professor...
É se preocupar
com seus alunos,
Tratá-los com carinho,
Chamar-lhes a atenção, quando preciso.
Não é professor...
Quem nunca se irritou, quando os alunos se dispersam em sala
de aula,
Quem nunca os elogiou, quando mereceram,
Quem nunca dedicou parte de seu tempo,
dialogando com eles,
Quem nunca avaliou
provas, até tarde da noite.
Ser professor...
É ser mestre, pai, mãe, irmão, parceiro, amigo...
É, enfim, ser um eterno aprendiz!

Créditos(Cristiane Martins).

domingo, 7 de dezembro de 2008

Poesia "Árvore dos meus amigos".





Quisera Senhor, neste Natal, armar uma árvore

dentro do meu coração e nela pendurar em vez de

presentes, os nomes de todos os meus amigos.

Os amigos de longe e de perto. Os antigos e

os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os

que raramente encontro. Os sempre lembrados

e os que às vezes ficam esquecidos.



Os constantes e os intermitentes. Os

das horas difíceis e os das horas alegres,

os que sem querer, eu magoei, ou,

sem querer me magoaram. Aqueles a quem

conheço profundamente e aqueles de quem não me

são conhecidos , a não ser as aparências. Os que

pouco me devem e aqueles a quem muito devo. Meus

amigos humildes a meus amigos importantes. Os nomes

de todos os que já passaram pela minha vida.



Uma árvore

de muitas raízes muito profundas para que seus nomes nunca

mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos,

para que novos nomes vindos de todas as partes, venham

juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis

para que nossa amizade, seja um momento de repouso nas lutas

da vida.

Que o natal esteja vivo dentro de nós em cada dia do ano

que se inicia, para que possamos viver sempre o amor

e a fraternidade.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

"O que se espera do educador do novo milênio".


Hoje, espera-se que você, educador seja capaz de:

* Contextualizar os conteúdos e articula-los nas diferentes disciplinas;
* Diversificar as atividades, utilizando novas metodologias, estratégias e materiais de apoio;
* Dominar tecnologias que facilitem a aprendizagem dos alunos;
* Acolher e respeitar a diversidade, utilizando-a pra enriquecer sua aula;
* Gerir a classe e saber lidar com o imprevisto;
* Administrar seu desenvolvimento profissional criando planos de estudo e trabalho;
* Envolver-se nas questões da escola, desempenhando outras funções alem das tradicionais da sala de aula;
* Desenvolver projetos com a sua turma, tendo como ponto de partida a realidade local;
* Trabalhar em equipe com os outros professores;
* Estabelecer uma parceria constante com os pais e a comunidade.

A educação deve ser voltada para a realidade e para as necessidades dos alunos e a Pedagogia de Projetos quer suprir essa necessidade, reestruturando a pratica de ensino e as posturas do educador, tornando a educação uma pratica efetiva onde o aluno e o professor possam se realizar cada um na sua função, sendo o professor um mediador do conhecimento e não um detentor de todo o saber.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Poesia. "Eu Aprendi" Pense nisso.




EU APRENDI

que a melhor sala de aula do mundo
está aos pés de uma pessoa mais velha;

EU APRENDI

que ser gentil é mais importante do que estar certo;

EU APRENDI

que eu sempre posso fazer uma prece por alguém
quando não tenho a força para
ajudá-lo de alguma outra forma;

EU APRENDI

que não importa quanta seriedade a vida exija de você,
cada um de nós precisa de um amigo
brincalhão para se divertir junto;

EU APRENDI

que algumas vezes tudo o que precisamos
é de uma mão para segurar
e um coração para nos entender;

EU APRENDI

que deveríamos ser gratos a Deus
por não nos dar tudo que lhe pedimos;

EU APRENDI

que dinheiro não compra "classe";

EU APRENDI

que são os pequenos acontecimentos
diários que tornam a vida espetacular;

EU APRENDI

que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa
que deseja ser apreciada,
compreendida e amada;

EU APRENDI

que Deus não fez tudo num só dia;
o que me faz pensar que eu possa?

EU APRENDI

que ignorar os fatos não os altera;

EU APRENDI

que o AMOR, e não o TEMPO,
é que cura todas as feridas;

EU APRENDI

que cada pessoa que a gente conhece
deve ser saudada com um sorriso;

EU APRENDI

que ninguém é perfeito
até que você se apaixone por essa pessoa;

EU APRENDI

que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

EU APRENDI

que as oportunidades nunca são perdidas;
alguém vai aproveitar as que você perdeu.

EU APRENDI

que quando o ancoradouro se torna amargo
a felicidade vai aportar em outro lugar;

EU APRENDI

que devemos sempre ter palavras doces e gentis
pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las;

EU APRENDI

que um sorriso é a maneira mais barata
de melhorar sua aparência;

EU APRENDI

que todos querem viver no topo da montanha,
mas toda felicidade e crescimento
ocorre quando você esta escalando-a;

EU APRENDI

Que quanto menos tempo tenho,
mais coisas consigo fazer.

William Shakespeare

domingo, 30 de novembro de 2008

Poesia. "Felicidade" Lute por ela.


Felicidade.

O amor, quando se revela, não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela, mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente. Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse, se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...

(Fernando Pessoa).

sábado, 29 de novembro de 2008

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Reflexão "Será que é isso mesmo"?


Escola, um lugar esquecido por políticos e acadêmicos.
Ninguém sabe o que se passa nas escolas. Ninguém, além de dois grupos: professores e alunos.

O jeito brasileiro de lidar com problemas é fenomenal. Criou-se, de alguma forma, o dogma de que uma turma na qual 80% dos alunos sejam reprovados é uma heresia. E aí, resolvemos mentir. Para lidarmos com índices de reprovação vergonhosos, o que fizemos? Demos o jeito brasileiro. Mudamos o índice. E, ao invés de os alunos terem de alcançar os objetivos de sua série, os objetivos da série começaram a rebolar bastante para dar uma calibrada no índice de reprovação.

Afinal, dá muito trabalho parar, pensar, ir às escolas, bater de frente com o corporativismo, resolver a causa do problema.

Duas evidências, entre tantas, podem servir de exemplo dessa mentira descarada:

1- Meus alunos. Na sétima série, tenho que me defender deles quando digo que eles não devem decorar algo, mas entender. Quando tento explicar o raciocínio por trás de uma resposta, eles dizem que sou o único que faz isso, que os outros só escrevem a resposta no quadro, o que é bem melhor. Na sétima série, meus alunos não sabem ler um texto básico, com linguagem cotidiana, e relacionar com uma pergunta. Eles pegam trechos aleatórios do texto e transcrevem para a resposta. Na sétima série.

O que será que isso significa?

a- eles têm uma resistência absurda a entender algo, isso é inerente.
b- que os professores não têm tornado seu ensino lúdico.
c- que as escolas não têm computadores.
d- que nenhum professor, nos SEIS anos anteriores, trabalhou qualquer tipo de raciocínio lógico com os mesmos, seja por que motivo for. E olha que quando eu era da sétima série a decoreba de conteúdos já estava condenada.

2- O IDEB de 2005. A média da melhor escola do país deveria ser a média do país. Nossos alunos estão sendo passados para a frente, para não sermos hereges e ninguém torrar a nossa paciência com números absurdos, e estamos criando a grande mentira de que eles estão aprendendo qualquer coisa.

E que propostas temos para resolver isso?

Professores - a culpa é dos alunos, dos pais e, claro, do salário. Estão muito ocupados reclamando. Só querem saber do salário na conta e pouca dor de cabeça. Quem vier de fora, não sabe do que está falando, mesmo que esteja querendo ajudar. Quem chega, ainda não viu nada ou está com furor pedagógico. Você quer dar aula? Está doente?

Acadêmicos - estão muito ocupados brigando sobre o autoritarismo e a arbitrariedade de se aplicar uma avaliação com valores capitalistas sobre crianças, inventando métodos maravilhosos e mirabolantes de se ensinar qualquer coisa, talvez na Suíça, discutindo sobre a atitude autoritária do governo FHC/LULA, fazendo greve mais uma vez ou talvez dizendo que o ensino tem que ser lúdico, que cada aula deve ter zilhões de recursos, significativos, contextualizados, para que os alunos se interessem.

Políticos - querem números. talvez estejam tão distantes da realidade quanto os do mundo acadêmico da educação. É uma disputa acirrada. Antes, não sabiam o que eram professores, ou achavam que estes eram os incompetentes. Agora, acham que são tão angelicais quanto os alunos, só precisam de capacitação e recursos, para produzirem números.
Ah, sim! E computadores, muitos computadores!
Afinal, era isso que faltava.
FELIPE ROCHA

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Texto para reunião de pais. "Vale a pena ler".


As cinco lições.

Primeira lição:

Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola ?"
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela ?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Segunda lição:

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:
"Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado!Sinceramente, Mrs. Nat King Cole"


Terceira lição:

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- "Quanto custa um Sundae?" - ele perguntou.
- “50 centavos” - respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- "Bem, quanto custa o sorvete simples?" - perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência...
- "35 centavos" - respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: - "Eu vou querer, então, o sorvete simples".
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e foi atender outros clientes. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas... – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.


Quarta lição:

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".


Quinta lição:


Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: - "Tá certo, eu topo... Se é para salvá-la..."
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu... Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- "Eu vou começar a morrer logo?"
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!

"Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando"

(Publicado no Portal da Família em 27/05/2008)

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

MEIO AMBIENTE!!!