O senhor é meu pastor e nada me faltará...


anjos - Recados Para Orkut

"Educar com amor".

"Educar com amor".

Um cantinho especial para uma boa e agradável conversa!!!

domingo, 25 de setembro de 2011

Prefeita tenta diminuir salário dos professores. Mais uma de Micarla!!!


O projeto de lei enviado à Câmara Municipal de Natal pela prefeita Micarla de Sousa derruba a lei de correção salarial anual da categoria do Magistério. A prefeita ignora a lei do Piso e cria neste projeto um dispositivo, que dá zero de reajuste a categoria em 2011.
A diretora jurídica do Sinte, Vera Messias, disse que a reação do Sindicato já começou. “Estamos atentos. Procuraremos os vereadores e vereadoras para que eles não acatem o projeto. Estamos com péssimos salários, se a prefeita insistir em levar a sua ideia adiante vamos ter o pior salário de todas as capitais e um dos mais baixos em relação a muitos municípios menores.”, avaliou.

Fonte:http://www.sintern.org.br

Ensinando a aprender,aprendendo a ensinar!!!


Dizia um querido professor dos tempos de faculdade, citando um grande pilar da Psicologia do Desenvolvimento Infantil, que 'a educação de uma criança inicia ao menos vinte anos antes do seu nascimento,com a educação dos seus pais'.

Artigo escrito por uma mãe e a cima de tudo EDUCADORA NATA.

Quando observo os pais como eu com filhos pequenos frequentando os primeiros anos de escola procuro entender o seu estado de espírito e as suas reações diante das tarefas e trabalhinhos das próprias crianças.Assim fazendo estou me analisando também.
Quanta apreensão quando a criança demonstra dificuldade para resolver um exercício com regras que exigem maior atenção e concentração. O vazio, a impotência que os pais sentem,instintivamente pondo-se em ação para substituir o(a) filho(a) a fim de superar a dificuldade.Em muitas ocasiões vivi isso com minha mãe querida. Anos depois e ambas adultas conversamos sobre o fato em atitude consciente e construtivamente crítica, procurando não refazer, no nosso caso, com os filhos e netos. Um comportamento que se se repete torna sempre mais dificil para a criança enfrentar as responsabilidades e desafios,não somente os escolares,mas da vida.Por isso, muitas atividades,trabalhos manuais que apresentamos aqui no blog são literalmente feitos somente por eles, sem o dedinho da mamãe.O aprimoramento na qualidade será e já está sendo conquistado gradativamente pelos dois.
Os comportamentos concretos variam muito dependendo da cultura,da experiência ,das tensões internas de cada família..Dizem que famílias compostas por pessoas com nível superior de instrução ou com elevado padrão cultural diante das dificuldades escolares dos filhos são levadas a duas reações opostas:culpando-se e se sentindo quase como falidos pela consequência do baixo êxito escolar dos filhos. Pessoalmente penso que sem valutar as próprias possiblidades e ainda aquelas dos filhos consiste uma atitude de renúncia de responsabilidades.Chamemos omissão, sim é pura omissão!A outra reação seria aquela de se sentir e pior, fazer também sentir ao próprio filho a sensação de culpa, de incapacidade. A relação educacional que cai na relação afetiva corre o risco de se romper,com consequências imprevisíveis.O senso de culpa gerado na criança a conduz ao isolamento,exatamente o oposto a um estímulo positivo ao estudo.Induzindo-a desse modo a ter uma imagem negativa de si e do outro ou mesmo gerando um comportamento agressivo.Este último é tão visível em nossos dias seja em casa,seja nas escolas.
A pergunta é: o que fazer então a quem tem crianças em idade escolar?A primeira coisa é uma aproximação empática.A presença de um adulto dá segurança à criança,tornando-a mais atenta ao enfrentar os desafios diários,inclusive o estudo.Escutar e raciocinar juntos,focando o problema.Não é necessário um diploma universitário para fazer isso. A criança precisa ser menos dispersiva e os pais podem e são de grande ajuda quando demonstram interesse já pelas pequenas conquistas,dando apoio e incentivo para o porvir.

A reprovação ofensiva em nada serve.Pesar os erros,pior ainda,fazer comparações com amigos ou irmãos é absolutamente negativo.Vale muito mais ressaltar algo positivo,elogiar e a seguir quem sabe acrescentar um ponto a ser melhorado,por exemplo,num dever de casa:’olha ali o que você esqueceu...força corrige!” ‘Tudo com muito bom tom!’
*A reflexão sobre o relacionamento com as crianças que vão à escola surge de uma situação delicada vivída recentemente pela Chiara,por mim e uma visitante aqui em casa. Essa 'pessoa' (chamemos assim) trouxe uns cartões adesivos para Francesco num álbum que ele está montando. Vendo o interesse da Chiara a 'pessoa' tomou o pacote das mãos da menina gritando agitadamente que ela 'não era capaz’ de fazer aquilo.Parecia uma cena tão surreal que, pasma a primeiro instante, eu não disse nada,ouví e respirei fundo pra não responder aquele desaforo com outro desaforo(...).Estava tudo tão tranquilo até aquela visita! Simplesmente abrí um armário,peguei um caderninho onde ela cola outras figurinhas e mostrei para a visitante.Esta, intransigente, repetiu mais uma vez o adjetivo ‘incapaz’.Bem,constatando aquele mau humor e disposição para uma vã discussão,decidí me controlar e não puxar naquele momento uma conversação teórico-filosófica com alguém mentalmente blocado ao debate,mas deixei claro que, como mãe, e de quebra estando em minha casa eu não poderia aceitar de ninguém uma alteração do tipo com uma criança(ainda mais sendo minha filhota amada).Sim,mãe felina eu sou!Agradecí pela lembrança para o Fran(ausente) e oferecí um pedaço de bolo com chá.Foi assim que esfriei a ‘rinha’.A tal pessoa caiu em si e aceitou.Falamos de outras trivialidades,e a ofensa não conseguiu estragar a minha serenidade.
Contei ao 'papà' o ocorrido e ele como sempre muito paciente e sensato me mostrou que daquela pessoa eu só poderia ter pena pois foi com aquela educação que cresceu e infelizmente está crescendo os próprios filhos.
Urge-nos entretanto, como pais interessados,aprendendo a ensinar e ensinando a aprender,percebermos que a criança precisa sentir a presença do adulto.Não apenas como um fato físico,mas afetivo e educativo.Sem apressarmos seus estudos ou tarefas,mas partindo das suas possibilidades e capacidades vivenciadas no dia a dia, incentivando a curiosidade e gosto pela descoberta do novo.Não apontando os erros,pois a insistência humilha e tira a tranquilidade intelectual e o amor pelos estudos.Encontrar sempre alguma coisa positiva para encorajar.Saber distinguir os resultados escolares do ponto de vista sobre as pessoas,mesmo a nível intelectual: não ter as melhores notas não equivale a ser dotado de uma inteligência inferior ou ser um perdedor.

Créditos: Bergilde Croce

domingo, 18 de setembro de 2011

Só prá descontrair!!!



O BALÃO PERDIDO

Havia certa vez um homem navegando com seu balão, por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido, e qual grande foi sua surpresa quando encontrou uma pessoa…

Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m aproximadamente, ele gritou para a pessoa:

- Hei, você aí­, aonde eu estou?

E então a jovem respondeu:

- Você está num balão a cerca de 10 m de altura!

Então o homem fez outra pergunta:

- Você é professora, não é?

A moça respondeu:

- Sim…puxa! Como o senhor adivinhou?

E o homem:

- É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada…

Então a professora perguntou:

- O senhor é o secretário da educação, NÃO É ?

E o homem:

- SOU… Como você adivinhou???

E a Professora:

- Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe o que fazer e ainda quer colocar a culpa no professor.

Fonte:http://diariodoprofessor.com

Carta de um colega de profissão, professor de História – A história se repete…


“O Brasil não é mesmo um país sério! Não posso dizer outra coisa após o que vivi e vou viver pelos próximos 30 anos trabalhando na educação neste país.

Tenho 26 anos, sou historiador e professor de História, lecionando esta matéria desde o ano passado no ensino público da cidade de Volta Redonda – RJ.

Todos são unânimes em dizer que a educação deve ser prioridade no Brasil, ou em qualquer país que pense alto. Mas ela é mais do que isso, é uma forma de ascensão social. Esta é uma das maiores conquistas burguesas. Quando a hierarquia do nascimento deu lugar a hierarquia do dinheiro, a educação passou a ser a arma da burguesia européia para conquistar ou manter seu status. Colocar seus filhos nas melhores escolas era o mínimo que podiam fazer. Enquanto isso, os filhos do “resto” da população permaneciam ignorantes, em uma época que a idéia de ensino público e obrigatório estava engatinhando.

Quando a ideia de igualdade jurídica se difundiu, a educação passou a ser vista como forma de dar as mesmas oportunidades para todos. A escola pública nasceu para isso. Em algum momento ela se desviou do seu caminho até chegar ao estágio que está hoje.

No Brasil, assim como na saúde, a educação, no decorrer do Regime Militar, foi privatizada. Aqueles que possuíam dinheiro começaram a pagar um plano de saúde e uma escola particular para seus filhos. Cansados de esperar do governo, os ricos e a classe media preferiu pagar o preço. Esta situação apenas piorou o quadro nestas duas áreas essenciais. Sem a importante pressão daqueles que tem o dinheiro, a saúde e a educação pública do Brasil foi se degradando. Os mais pobres, que utilizam estes serviços, passaram a sofrer calados. A voz da população está com os mais ricos. Resumidamente, está é a história da educação. Chegamos aos dias atuais. Chegamos à minha realidade.

Eu era um sonhador. Agora percebo que sou utópico. Acreditei que poderia mudar o mundo. Claro que do meu jeito, dando a minha contribuição, transformando a realidade que estava ao meu alcance. Pensei o seguinte: estou indo dar aula em uma escola pública, mas quero fazer o melhor trabalho possível, dando o melhor de mim, como se estivesse na melhor escola particular, ganhando o melhor salário possível. Estes alunos precisam ter a mesma qualidade de ensino que um aluno de uma escola particular. Assim terão as mesmas oportunidades. Assim poderão disputar as mesmas vagas sem precisar das discutíveis cotas nas universidades. Pura inocência minha!

Quem coloca o seu filho em um colégio público o faz por necessidade financeira, salvo algumas exceções. Mas este mesmo pai deseja que sua criança tenha a mesma qualidade de ensino da escola particular. Eu mesmo penso assim. Meus filhos estudam e vão estudar em colégios públicos. A partir disso, quero fazer um alerta. O que os professores neste país estão cansados de saber deve ser de conhecimento também dos pais de alunos. A educação pública no Brasil é uma farsa!

Não estou aqui reclamando dos baixos salários e das péssimas condições de trabalho, objeto da maioria das reclamações dos professores em todo o país. Estes problemas são conseqüências e não a causa da falência do modelo educacional brasileiro. Estou aqui para denunciar uma prática que se tornou comum no ensino público, não só do município onde trabalho, mas no Brasil inteiro. O aluno é visto apenas como um número, e utilizado somente como ferramenta política. Estes números são transformados em dados e divulgados com objetivos eleitoreiros – 99% de crianças na escola; 99% de alunos com o ensino fundamental; 99% de alunos com o ensino médio; 0,1 de analfabetos etc. O resultado desta política se traduz no seguinte pensamento: “temos que melhorar os números, não importa como”.

Eu e inúmeros colegas de profissão estamos recebendo todo tipo de pressão para “dar nota” aos alunos, mesmo aqueles que não apresentam condições para tal. O nosso trabalho é avaliado de acordo com os índices de “aproveitamento”, leia-se: alunos com nota boa. Os melhores professores são os que têm os melhores índices. É evidente que ninguém gosta de ser considerado um fracassado. Acho que dá para perceber para onde caminhamos. As avaliações feitas no Brasil mostram o quanto nossos alunos estão deficientes. As notas são baixíssimas. Sem contar que existem escolas em que as avaliações são feitas pelos professores e não pelos alunos (como exemplo o colégio onde meus filhos estudam. A professora dizia aos alunos o que deveria ser colocado na avaliação da Provinha Brasil). Poucos são os alunos que chegam a acertar metade da prova. No entanto, como em uma mágica, os índices de aprovação nestas mesmas disciplinas avaliadas – Português e Matemática – chegam a 100%. Será que estas avaliações são muito exigentes? Como pode uma tamanha discrepância nos números. Cabe ao poder público tomar as devidas providências. E cabe a imprensa e a sociedade como um todo cobrar para que as salas de aula nas escolas públicas no país não sejam um depósito de crianças. Cabe também a classe dos professores não se conformar com tais práticas, exigindo mais respeito e autonomia na hora de avaliar seus alunos.

Sou concursado e mesmo assim sofro ameaças devido ao meu “aproveitamento” ruim. Imagine o que os milhares de professores contratados são obrigados a fazer, aprovando alunos visivelmente deficientes em suas matérias, devido ao medo de perderem seus empregos. Agüentar baixos salários, ser desvalorizado, não ter condições de trabalho, conviver com salas superlotadas e aturar a falta de respeito dos alunos e até dos próprios diretores (as) nas escolas. Este é o retrato da minha profissão. Por isso tão cedo deixei de ser um sonhador. Por isso tão cedo deixei de acreditar que mudarei alguma coisa. Por isso nosso país não é sério. Por isso ainda sofreremos por muito tempo. E ainda dizem que o brasileiro não desiste nunca.”

Fonte::http://diariodoprofessor.com/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Sinais do Déficit de Atenção.


Déficit de atenção não é um bicho de sete cabeças. Conheça alguns sinais do problema e saiba como proceder sem deixar que ele atrapalhe o desenvolvimento da turma.

Agitação durante a aula, falta de atenção, problemas com o colega, desorganização com o material escolar, tarefas inacabadas. Esses são alguns sinais de que o aluno pode sofrer de TDAH, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, um transtorno neurobiológico de causa genética que pode atrapalhar o desempenho escolar dos alunos.
"Identificar o TDAH n?o é tão simples como parece: algumas crianças manifestam apenas as características de distração, esquecimento e lentidão, sem demonstrar hiperatividade", afirma Cacilda Amorim, psicóloga, psicoterapeuta comportamental e diretora do IPDA, Instituto Paulista de Déficit de Atenção. Ela alerta que essas crianças nem sempre chamam a atenção em sala de aula e às vezes passam despercebidas. "Todas as crianças têm pelo menos algumas dessas características, especialmente as menores. É preciso tomar cuidado para não colocar rótulos quando não se trata de um transtorno", diz.

Conheça alguns sinais do TDAH:

Distração, lentidão, impulsividade, desorganização, esquecimento, hiperatividade, explosões emocionais. Mas atenção: não faça nenhum diagnóstico e nem rotule a criança.

O que ele pode causar?

Uma criança com TDAH tem as mesmas habilidades e competências dos outros alunos. O que o professor deve saber antes de tudo é que não se trata de uma incapacidade de aprendizagem da criança, mas sim de um transtorno de atenção, o que faz com que ela não tenha um comportamento coerente com os outros alunos e tenha dificuldades de acompanhar o conteúdo ministrado em sala.
Na escola, esse déficit de atenção, quando age em conjunto com a hiperatividade em algumas crianças, pode influenciar diretamente a dinâmica das aulas, prejudicando o desempenho de outros alunos. Nesses casos a criança acaba se tornando um ponto permanente de dispersão para a classe, além de aumentar a possibilidade de estabelecer um vínculo negativo com o professor.

Como identificar?

O TDAH pode ser verificado por meio da observação atenta do comportamento e da dinâmica que as aulas adquirem na interação com os alunos.
Crianças muito agitadas, que não concluem as tarefas, frequentemente deixam questões em branco e não estudam com antecedência podem estar sofrendo com o transtorno. Comportamentos muito discrepantes para alunos de uma mesma idade podem significar um déficit de atenção, mas podem também ter outras origens como a dislexia, problemas emocionais ou déficits na alfabetização. É recomendável ter bastante cautela antes de estabelecer mudanças em relação a distúrbios causados pelo transtorno.

Fonte:http://www.dektos.org.br