O senhor é meu pastor e nada me faltará...


anjos - Recados Para Orkut

"Educar com amor".

"Educar com amor".

Um cantinho especial para uma boa e agradável conversa!!!

domingo, 30 de novembro de 2008

Poesia. "Felicidade" Lute por ela.


Felicidade.

O amor, quando se revela, não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela, mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente. Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse, se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...

(Fernando Pessoa).

sábado, 29 de novembro de 2008

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Reflexão "Será que é isso mesmo"?


Escola, um lugar esquecido por políticos e acadêmicos.
Ninguém sabe o que se passa nas escolas. Ninguém, além de dois grupos: professores e alunos.

O jeito brasileiro de lidar com problemas é fenomenal. Criou-se, de alguma forma, o dogma de que uma turma na qual 80% dos alunos sejam reprovados é uma heresia. E aí, resolvemos mentir. Para lidarmos com índices de reprovação vergonhosos, o que fizemos? Demos o jeito brasileiro. Mudamos o índice. E, ao invés de os alunos terem de alcançar os objetivos de sua série, os objetivos da série começaram a rebolar bastante para dar uma calibrada no índice de reprovação.

Afinal, dá muito trabalho parar, pensar, ir às escolas, bater de frente com o corporativismo, resolver a causa do problema.

Duas evidências, entre tantas, podem servir de exemplo dessa mentira descarada:

1- Meus alunos. Na sétima série, tenho que me defender deles quando digo que eles não devem decorar algo, mas entender. Quando tento explicar o raciocínio por trás de uma resposta, eles dizem que sou o único que faz isso, que os outros só escrevem a resposta no quadro, o que é bem melhor. Na sétima série, meus alunos não sabem ler um texto básico, com linguagem cotidiana, e relacionar com uma pergunta. Eles pegam trechos aleatórios do texto e transcrevem para a resposta. Na sétima série.

O que será que isso significa?

a- eles têm uma resistência absurda a entender algo, isso é inerente.
b- que os professores não têm tornado seu ensino lúdico.
c- que as escolas não têm computadores.
d- que nenhum professor, nos SEIS anos anteriores, trabalhou qualquer tipo de raciocínio lógico com os mesmos, seja por que motivo for. E olha que quando eu era da sétima série a decoreba de conteúdos já estava condenada.

2- O IDEB de 2005. A média da melhor escola do país deveria ser a média do país. Nossos alunos estão sendo passados para a frente, para não sermos hereges e ninguém torrar a nossa paciência com números absurdos, e estamos criando a grande mentira de que eles estão aprendendo qualquer coisa.

E que propostas temos para resolver isso?

Professores - a culpa é dos alunos, dos pais e, claro, do salário. Estão muito ocupados reclamando. Só querem saber do salário na conta e pouca dor de cabeça. Quem vier de fora, não sabe do que está falando, mesmo que esteja querendo ajudar. Quem chega, ainda não viu nada ou está com furor pedagógico. Você quer dar aula? Está doente?

Acadêmicos - estão muito ocupados brigando sobre o autoritarismo e a arbitrariedade de se aplicar uma avaliação com valores capitalistas sobre crianças, inventando métodos maravilhosos e mirabolantes de se ensinar qualquer coisa, talvez na Suíça, discutindo sobre a atitude autoritária do governo FHC/LULA, fazendo greve mais uma vez ou talvez dizendo que o ensino tem que ser lúdico, que cada aula deve ter zilhões de recursos, significativos, contextualizados, para que os alunos se interessem.

Políticos - querem números. talvez estejam tão distantes da realidade quanto os do mundo acadêmico da educação. É uma disputa acirrada. Antes, não sabiam o que eram professores, ou achavam que estes eram os incompetentes. Agora, acham que são tão angelicais quanto os alunos, só precisam de capacitação e recursos, para produzirem números.
Ah, sim! E computadores, muitos computadores!
Afinal, era isso que faltava.
FELIPE ROCHA

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Texto para reunião de pais. "Vale a pena ler".


As cinco lições.

Primeira lição:

Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola ?"
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela ?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Segunda lição:

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:
"Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado!Sinceramente, Mrs. Nat King Cole"


Terceira lição:

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- "Quanto custa um Sundae?" - ele perguntou.
- “50 centavos” - respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- "Bem, quanto custa o sorvete simples?" - perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência...
- "35 centavos" - respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: - "Eu vou querer, então, o sorvete simples".
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e foi atender outros clientes. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas... – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.


Quarta lição:

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".


Quinta lição:


Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: - "Tá certo, eu topo... Se é para salvá-la..."
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu... Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- "Eu vou começar a morrer logo?"
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!

"Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando"

(Publicado no Portal da Família em 27/05/2008)

Vamos REFLETIR?



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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

MEIO AMBIENTE!!!