O senhor é meu pastor e nada me faltará...


anjos - Recados Para Orkut

"Educar com amor".

"Educar com amor".

Um cantinho especial para uma boa e agradável conversa!!!

domingo, 24 de abril de 2011

Mensagem especial!!!


Não desanimes. Persiste mais um tanto. Não cultives pessimismo. Centraliza-te no bem a fazer. Esquece as sugestões do medo destrutivo. Segue adiante, mesmo varando a sombra dos próprios erros. Avança ainda que seja por entre lágrimas. Trabalha constantemente. Edifica sempre. Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração. Não te impressiones nas dificuldades. Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia-a-dia. Não desistas da paciência. Não creias em realizações sem esforço. Silêncio para a injúria Ouvido para o mal. Perdão às ofensas. Recorda que os agressores são doentes. Não permitas que os irmãos desequilibrados te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança. Não menosprezes o dever que a consciência te impõe. Se te enganaste em algum trecho do caminho, reajusta a própria visão e procura o rumo certo. Não contes vantagens nem fracassos. Não dramatizes provações ou problemas. Conserva o hábito da oração para quem se te faz a luz na vida intima. Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho que Deus te confiou. Ama sempre, fazendo pelos outros o melhor que possas realizar. Age auxiliando. Serve sem apego. E assim vencerás.

sábado, 16 de abril de 2011

Monteiro Lobato, o criador de um mundo fabuloso.



No dia de seu aniversário, 18 de abril, comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. Apenas uma mostra da importância da obra e da criatividade de um dos maiores gênios da literatura brasileira.

Nenhum autor é tão representativo da literatura infantil brasileira do século 20 quanto Monteiro Lobato. Seu primeiro livro para crianças, A Menina do Narizinho Arrebitado, foi publicado em 1920 e, desde então, sua fantasia já atravessou décadas e segue para a terceira geração de leitores, em várias re-edições e até adaptações para a televisão, do mundo hiperrealístico do Sítio do Pica-pau Amarelo.

Nesse lugar fantástico acontecem as aventuras de Narizinho e Pedrinho na companhia de Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho que era um sábio, Emília, uma boneca de pano falante, Quindim, um rinoceronte domesticado e Rabicó, um porco com título de marquês. Tudo sob a tutela de uma ama negra superprotetora, Tia Nastácia, e de Dona Benta, a avó das crianças. Vislumbrado pela literatura infantil mundial, Lobato fez também Peter Pan, Alice, personagens da mitologia e até o Gato Félix passearem pelo Sítio.

Por meio de linhas inventivas ou críticas, o escritor retratou um Brasil cultural e socialmente atrasado e, ao mesmo tempo, deixou-se também levar pela fantasia do imaginário infantil, no qual criou seu maior legado à literatura brasileira: a possibilidade de criar o impossível.

Biografia

Nascido em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba (interior de São Paulo), José Renato Monteiro Lobato - que, mais tarde resolveu mudar sou nome para José Bento Monteiro Lobato - já demonstrava gosto pela leitura e pela escrita desde os tempos de escola, escrevendo para jornaizinhos acadêmicos quando adolescente.

Perdeu o pai aos 15 anos e a mãe, aos 16. Seguindo a vontade do avô, concluiu os estudos e cursou Direito na Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo.

Foi nomeado promotor público na cidade de Areias, no interior do estado, mas não exerceu a função por muito tempo. Após a morte do avô, mudou-se para Buquira (hoje Monteiro Lobato), para morar em uma fazenda que herdara.

Ali iniciou sua projeção como grande escritor. Com base em personagens reais, criou o mundo fantástico do Sítio do Pica-Pau Amarelo e fez a denúncia da exclusão social com artigos para o jornal O Estado de S. Paulo. Esses textos, protagonizados pela figura de Jeca Tatu, formariam seu primeiro livro Urupês, em 1918.

Entediado com a vida na fazenda e sem o rendimento esperado, vendeu a propriedade e comprou a Revista do Brasil, abrindo espaço para novos nomes da literatura mostrarem seu trabalho. Com o grande fluxo de trabalhos, o negócio cresceu e virou editora, mas fechou as portas anos mais tarde, em 1925, devido à crise da indústria nacional e clima político instável da época.

Após um breve período nos Estados Unidos a serviço do governo de Washington Luís, voltou para o Brasil e iniciou uma luta em defesa do petróleo e do ferro com forte cunho nacionalista e crítico ao governo de Getúlio Vargas, o que lhe rendeu três meses na cadeia em 1940, além da apreensão e destruição de algumas obras à venda.

Em meio a um clima político pesado e sob a censura, Monteiro Lobato se aproximou dos comunistas liderados por Luís Carlos Prestes. Foi à Argentina lançar alguma de suas obras e voltou ao país em 1947. Faleceu no ano seguinte, aos 66 anos, vítima de um derrame, deixando como herança mais de 30 livros publicados, uma obra reverenciada até hoje.

Fonte:http://revistaescola.abril.com.br

Deputada "Fátima Bezerra" do Rio Grande do Norte, participou ativamente dessa conquista.


A notícia foi recebida com entusiasmo pela deputada Fátima Bezerra (PT-RN), coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Piso e presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara. "É uma vitória histórica dos professores, da educação e da cidadania brasileira. São mais de 2,5 milhões de trabalhadores em educação que terão assegurados em lei um vencimento básico de no mínimo R$ 1.187", comemorou. O desafio agora, afirmou a petista, é aprofundar ainda mais as conquistas para a educação no debate do Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020).

Fátima lamentou que a ação tenha adiado por mais de dois anos o cumprimento integral da lei do piso e agradeceu aos colegas da bancada pela ampla mobilização em prol dos professores. "Na condição de coordenadora da frente, quero agradecer a todos os parlamentares que participaram deste processo, em especial aos companheiros da bancada do PT, que historicamente têm lutado em defesa da educação e esteve unida para mais esta vitória", ressaltou. Fátima agradeceu ainda a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e todas as demais entidades e sindicatos que, juntas, pressionaram para que ocorresse o julgamento no Supremo e que a decisão fosse favorável aos professores.

Novo ciclo - Para o deputado Gilmar Machado (PT-MG) a vitória no STF inicia um novo ciclo de transformações para a educação brasileira. "É uma vitória dos professores brasileiros. É o início de um novo ciclo. Uma nova era onde o educador é tido como elemento central das políticas públicas de educação. Valorizar o professor é reconhecer o papel estratégico deste profissional para a formação da sociedade", afirmou.

Gilmar parabenizou os educadores de todo o país pela conquista e ressaltou os impactos positivos da garantia em lei de 1/3 da carga horária do professor para o planejamento de aulas. "Pela primeira vez os professores terão assegurado em lei um piso salarial e um tempo para atividades extra classe. Temos certeza que a educação vai dar saltos de qualidade significativos", finalizou.

ADI - Em outubro de 2008, governadores do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará impetraram no STF a ADI 4167, que questiona alguns aspectos da Lei 11.738/08. Na ação, os governadores alegaram que a lei do piso do magistério viola o princípio da autonomia das unidades da Federação, além de normas constitucionais que regulam a política orçamentária.

Em decisão liminar, o STF suspendeu dois dispositivos da lei. O primeiro determinava que o professor teria pelo menos 1/3 da carga horária para atividades extraclasse. O segundo previa que o piso corresponderia ao vencimento básico do professor, sem contar vantagens ou gratificações.

Presidenta da Comissão de Educação, Fátima Bezerra comemorou o resultado do julgamento
Presidenta da Comissão de Educação A notícia foi recebida com entusiasmo pela deputada Fátima Bezerra (PT-RN), coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Piso e presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara. "É uma vitória histórica dos professores, da educação e da cidadania brasileira. São mais de 2,5 milhões de trabalhadores em educação que terão assegurados em lei um vencimento básico de no mínimo R$ 1.187", comemorou. O desafio agora, afirmou a petista, é aprofundar ainda mais as conquistas para a educação no debate do Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020).

Fátima lamentou que a ação tenha adiado por mais de dois anos o cumprimento integral da lei do piso e agradeceu aos colegas da bancada pela ampla mobilização em prol dos professores. "Na condição de coordenadora da frente, quero agradecer a todos os parlamentares que participaram deste processo, em especial aos companheiros da bancada do PT, que historicamente têm lutado em defesa da educação e esteve unida para mais esta vitória", ressaltou. Fátima agradeceu ainda a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e todas as demais entidades e sindicatos que, juntas, pressionaram para que ocorresse o julgamento no Supremo e que a decisão fosse favorável aos professores.

Novo ciclo - Para o deputado Gilmar Machado (PT-MG) a vitória no STF inicia um novo ciclo de transformações para a educação brasileira. "É uma vitória dos professores brasileiros. É o início de um novo ciclo. Uma nova era onde o educador é tido como elemento central das políticas públicas de educação. Valorizar o professor é reconhecer o papel estratégico deste profissional para a formação da sociedade", afirmou.

Gilmar parabenizou os educadores de todo o país pela conquista e ressaltou os impactos positivos da garantia em lei de 1/3 da carga horária do professor para o planejamento de aulas. "Pela primeira vez os professores terão assegurado em lei um piso salarial e um tempo para atividades extra classe. Temos certeza que a educação vai dar saltos de qualidade significativos", finalizou.

ADI - Em outubro de 2008, governadores do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará impetraram no STF a ADI 4167, que questiona alguns aspectos da Lei 11.738/08. Na ação, os governadores alegaram que a lei do piso do magistério viola o princípio da autonomia das unidades da Federação, além de normas constitucionais que regulam a política orçamentária.

Em decisão liminar, o STF suspendeu dois dispositivos da lei. O primeiro determinava que o professor teria pelo menos 1/3 da carga horária para atividades extraclasse. O segundo previa que o piso corresponderia ao vencimento básico do professor, sem contar vantagens ou gratificações.

Presidenta da Comissão de Educação, Fátima Bezerra comemorou o resultado do julgamento.

Parabéns Deputada!!!

Fonte:http://culturacompolitica.blogspot.com

STF mantém Piso do Magistério vinculado aos vencimentos de carreira .


PISO NACIONAL DOS PROFESSORES É CONSTITUCIONAL.

No último dia 6, o magistério público da educação básica brasileira comemorou uma grande vitória no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4.167), movida pelos governadores considerados “Inimigos da Educação, Traidores da Escola Pública” contra a Lei 11.738, que regulamentou o piso salarial nacional da categoria. Por 7 votos a 2, o plenário da Suprema Corte julgou constitucional o dispositivo da Lei que vincula o piso nacional aos vencimentos iniciais das carreiras de magistério em todos os entes da federação.

Desta forma, cabe, desde já, aos sindicatos da educação, dar início as tratativas com os gestores públicos no sentido de fazer cumprir, imediatamente, a decisão do STF que não permite mais a inclusão de gratificações ou vantagens de qualquer ordem aos vencimentos iniciais das carreiras de magistério. As remunerações extras, todavia, passam a incidir sobre o vencimento-base que em nenhum estado ou município poderá ser inferior à referência nacional (PSPN).

Outro fato importante refere-se à impossibilidade de se instituir qualquer tipo de progressividade para a composição dos vencimentos de carreira à referência do piso salarial nacional - obviamente, nos casos de entes federados que ainda praticam vencimentos abaixo do PSPN. Isso porque a decisão do STF considerou prejudicado o pedido de inconstitucionalidade do art. 3º, incisos II e III e § 2º da Lei 11 .738, condizentes à integralização progressiva do PSPN na forma de vencimento de carreira. O STF entendeu que o tempo transcorrido desde a validade da Lei (1º de janeiro de 2009) foi suficiente para a adaptação das contas públicas.

Hora-atividade

Com relação ao segundo questionamento da ADI 4167, que versa sobre a destinação de um terço - no mínimo - da carga semanal de trabalho do magistério às atividades extraclasse (art. 2º, § 4º da Lei 11.738), embora o presidente da sessão de julgamento tenha proclamado o resultado favorável à constitucionalidade da Lei, posteriormente, na sessão seguinte do STF (dia 7/4), o mesmo levantou questão de ordem para esclarecer que, à luz do art. 23, parágrafo único da Lei 9.868, a votação deveria ter alcançado quó ;rum de seis votos contra ou favor da Lei do Piso. Como o julgamento foi encerrado com 5 votos a favor da constitucionalidade e 4 contrários, segundo o presidente, será preciso aguardar os votos dos ministros ausentes ao julgamento, o que ainda não tem data para acontecer.

No entanto, a referida questão de ordem foi questionada pelos ministros Joaquim Barbosa e Luiz Fux, que consideraram impertinente uma lei atacada por Ação Direta de Inconstitucionalidade ter de alcançar quórum privilegiado para provar sua constitucionalidade, quando o correto seria o contrário - quem ataca é quem deve alcançar o quórum de seis votos. Ademais, os ministros enfatizaram que o art. 23 da Lei 9.868 afronta o art. 97 da Constituição Federal, que prevê maioria simples no julgamento da Corte para manter ou não a constitucionalidade de leis. O caso, no entanto, só será decidido por ocasião da retomada do julgamento sobre a jornada de trabalho com hora-atividade.

A CNTE, através de sua assessoria jurídica, manterá permanente vigília no STF, a fim de acompanhar a conclusão do julgamento sobre a composição da jornada de trabalho. Porém, sobre a parte já decidida (conceito de piso como vencimento de carreira), a jurisprudência do STF dispensa a necessidade de publicação do acórdão para a imediata eficácia da decisão proclamada no plenário da Corte, devendo a mesma ser cumprida a partir da data do julgamento (6/4).

Piso e carreira andam juntos

Ainda de acordo com o art. 6º da Lei 11.738, os entes federados tiveram até 31 de dezembro de 2009 para adequarem os planos de carreira da categoria ao piso nacional. Por isso, não há que se falar, em nenhuma hipótese, de incompatibilidade do piso nacional com as políticas locais de remuneração (PCCS). À luz do parágrafo único do art. 28 da Lei 9.868, o valor nacional (PSPN) tornou-se judicialmente a referência para os salários-base dos planos de carreira (abrangendo os contratos temporários) e sobre este devem incidir todos os índices de correção da tabela salarial, bem como as demais gratificações e vantagens, no caso dos servidores estáveis.

Reiteramos, também, que a referência máxima de 40 horas para a percepção do PSPN não impede que o mesmo seja aplicado a cargas semanais inferiores a esta (ex: 20h, 25h, 30h). A Lei possibilitou essa condição como forma de compensar um valor aquém do exigido pela categoria, razão pela qual o Piso poderá vincular-se a qualquer carga horá ;ria abaixo de 40 horas semanais.

Valor

Quanto ao impasse que persiste sobre o valor do piso (R$ 1.187,97 para os gestores e R$ 1.597,87 na compreensão dos trabalhadores), a CNTE já solicitou uma audiência com o Ministro da Educação para fins de mais uma rodada de negociação sobre o assunto. A CNTE entende que o MEC e a Advocacia Geral da União extrapolaram os limites do art. 5º da Lei 11.738 (que trata do reajuste anual do Piso), fixando valor abaixo da referência legal, e espera que este ponto seja reparado o mais brevemente possível. Outro ponto da pauta diz respeito à extensão da complementação da União ao Piso para os entes que não recebem suplementação do Fundeb. A decisão do STF indicou claramente essa necessidade, e o MEC terá de adaptar seus meios de financiamento para além dos recursos d o Fundeb, se for o caso.

Durante a XII Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública (25 a 29 de abril), o PSPN voltará à discussão da categoria junto com o Plano Nacional de Educação. Já no dia 11 de maio, a CNTE e seus Sindicatos Filiados promoverão Paralisação Nacional pela implementação imediata do piso, bem como para cobrar do Congresso Nacional que sejam absorvidas as emendas apresentadas pela sociedade civil ao PNE, à luz das deliberações da Conae 2010.

Julgamento emocionante!!!

No Plenário 100 pessoas acompanharam o julgamento. Do lado de fora, aproximadamente 300 educadores assistiram, em telão instalado pela CNTE, ao voto de cada ministro. Após advogados terem discursado a favor e contra a Ação, o ministro Relator Joaquim Barbosa proferiu voto e considerou a ADI 4.167 improcedente. Seguiram com o relator os ministros Luis Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Ayres Britto. Em favor dos governadores “traidores da educação pública” foram os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio. As ministras Ellen Gracie e Carmen Lúcia votaram pela improcedência parcial da Ação.

A cada voto proferido pelos ministros a reação dos educadores que se concentravam na Praça dos Três Poderes era grande. Vaias, aplausos, gritos afirmando que “Piso é Lei” podiam ser ouvidos por quem passava no local. Ao fim do julgamento, o presidente da CNTE se dirigiu aos educadores que permaneciam na Praça dos Três Poderes e comemorou com eles a vitória. “Foi um julgamento muito emocionante. A gente revê toda a luta e vê que valeu a pena. O STF foi sensível ao nosso clamor e esta é uma vitória de todos os educadores e daqueles que lutam por uma educação pública de qualidade. Agora é aguardar o STF decidir sobre as atividades extra-classe”, comemorou Leão ao final do julgamento.

A luta continua, companheiros e companheiras!

Fonte: Boletim CNTE Informa, 08/04/2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Último Discurso!!!


O Último Discurso

Do filme: O Grande Ditador

Texto do Discurso

Desculpe!
Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar - se possível -
judeus, o gentio ... negros ... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo -
não para o seu infortúnio.
Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra, que é boa e rica,
pode prover todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma do homem ...
levantou no mundo as muralhas do ódio ...
e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas duas virtudes,
a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem ... um apelo à fraternidade universal ... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora ... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas ... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir eu digo: "Não desespereis!" A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia ... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano.
Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem os homens,
a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais ... que vos desprezam ... que vos escravizam ... que arregimentam as vossas vidas ... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar ... os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Estás em vós!
Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!
Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela ...
de fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo ...
um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho,
que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós.
Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança.
Ergue os olhos, Hannah!

Ergue os olhos!

Charles Chaplin - o Gênio

Texto e filme de Charles Chaplin.

"Homenagem aos 122º aniversário de Charlie Chaplin"


Sir Charlie Spencer Chaplin foi ator, diretor, produtor e autor cinematográfico.

Considerado o maior ator da história do cinema, Chaplin é aclamado por muitos como o maior artista que já existiu.

Chaplin inspirou a vida de muitas pessoas com suas comédias e personagens criativos, atingindo fama mundial através do cinema mudo.

Sua Vida

Chalie Chaplin nasceu em Londres, no dia 16 de abril de 1889.

Sua família era pobre e Chaplin passou grande parte de sua infância em um orfanato.

Chaplin nunca soube a identidade de seu pai verdadeiro. Sua mãe, Hannah, era uma atriz mal sucedida que passou a infância de Chaplin em institutos psiquiátricos.

Chaplin e seu irmão cresceram como órfãos.

Seu padrasto era alcoólatra, tendo abandonado sua mãe quando Chaplin ainda era criança.


Desde os cinco anos, Chaplin e seu meio-irmão Sidney faziam apresentações pelas ruas. Chaplin deixou a escola aos 10 anos e foi trabalhar como mímico. Em 1910, ele viajou para os Estados Unidos com seu grupo de mímica, os Comediantes Silenciosos de Fred Karno, permanecendo no país.

Em 1913, Chaplin juntou-se aos Estúdios Keystone, na Cidade de Nova Iorque. Sua primeira aparição no cinema foi em 1914, no filme “Carlitos Repórter”, que lhe trouxe fama nacional. Ainda em 1914, com o filme “Corridas de Automóveis para Meninos”, surgiu o personagem do Vagabundo, representado pelo próprio Chaplin. O Vagabundo se tornaria um marco na carreira de Chaplin.

Em 1918 Chaplin criou seu próprio estúdio, o United Artists, juntamente com Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith. Permaneceu sócio do estúdio até 1952. Na United Artists, Chaplin tornou-se a primeira, e provavelmente a única pessoa a controlar todos os setores da produção cinematográfica, incluindo seleção de elenco, direção, produção, edição e atuação.

Em 1927, na industria cinematográfica, o som foi o introduzido à produção de filmes. Chaplin se recusou a adicionar voz aos seus personagens, continuando a trabalhar com a mímica. Chaplin apenas veio a mudar de linha em 1940, com seu primeiro filme falado, em um de seus melhores filmes, O Grande Ditador.


Apesar de ter vivido décadas nos Estados Unidos, Chaplin nunca se tornou um cidadão americano. Ele se considerava um cidadão do mundo, rejeitando e ridicularizando qualquer tipo de patriotismo.

Durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, Chaplin fez trabalhos com mensagens políticas: na Segunda Guerra Mundial, ele criticou Hitler e os Nazistas, e na Guerra Fria ele expressou sua simpatia em relação aos pacifistas e comunistas. Por causa de alguns de seus filmes politizados, Chaplin acabou vítima da campanha anti-comunista de Joseph McCarthy, conhecida como Macartismo ou “a caça às bruxas”. O FBI criou um dossiê contendo 2.000 páginas sobre o artista, sem nenhuma prova de que ele era comunista.

Em 1952, dois dias após partir para a Inglaterra para promover seu novo filme, Chaplin teve seu visto de entrada para os Estados Unidos removido. Ele então foi morar na Suíça, onde viveu até o fim de sua vida com sua esposa Oona e sua família.

Em 1972, 20 anos após ter tido seu visto americano confiscado, Chaplin foi convidado a voltar aos Estados Unidos para receber um Prêmio Honorário, na cerimônia de entrega do Oscar, por suas contribuições à indústria cinematográfica. Na premiação, Chaplin recebeu a maior ovação de toda a história do Oscar.

Três anos depois, em 1975, Chaplin recebeu uma das maiores honrarias que um artista pode receber: foi condecorado Cavaleiro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II, obtendo assim seu título de Sir.

Apesar de muito admirado por seu trabalho, Chaplin era freqüentemente criticado em sua vida pessoal. Casou quatro vezes, sempre com mulheres bem mais jovens, e estas uniões não duravam muitos anos. Com sua segunda esposa, Lita Grey, Chaplin teve 2 filhos, e com a quarta esposa, Oona O´Neil, teve oito filhos.

Oona tinha apenas 18 anos quando se casaram em 1943. O casal permaneceu junto até a morte de Chaplin, em 25 de dezembro de 1977.

Suas Obras.

Charlie Chaplin foi sem dúvida um dos verdadeiros gênios da história da sétima arte. Em toda sua obra, o Vagabundo permanece como sendo o seu personagem mais famoso e adorado, aparecendo em mais de 70 filmes.

Em vários filmes, O Vagabundo faz de tudo pela mulher que ele adora, finalmente entendendo que elas nunca se apaixonariam por um vagabundo como ele.

O Vagabundo usava um fraque, sapatos grandes, um chapéu e uma bengala. O personagem foi inspirado na infância pobre do próprio Chaplin, O Vagabundo tornou-se uma figura humana, adorada em todo o mundo.

Chaplin hesitou em adicionar o som a seus filmes até 1931, com Luzes da Ribalta. Nele, o Vagabundo continuou se expressando através de mímica, vivendo um amor platônico por uma vendedora de flores cega. Chaplin adicionou trilha e efeitos sonoros ao filme, mas nenhum dialogo. A partir de então ele passou a compor trilhas sonoras para seus filmes e adicionou música a alguns de seus antigos clássicos.

O Vagabundo somente recebeu voz ao cantar uma música no filme Tempos Modernos (1936). Em seguida, Chaplin abandonou o papel do Vagabundo e passou a representar personagens diversificados. Esta transição é marcada por O Grande Ditador (1940).

O Grande Ditador (1940) foi o primeiro filme de Chaplin inteiramente falado, uma mescla de comédia com uma afiada e irônica crítica política. Chaplin representa dois papéis no filme, o de um barbeiro judeu e o de um ditador, um “Hitler” do país da Tomania. Outro personagem da obra, Benzino Napaloni de Bactéria, é uma caricatura fiel de Benito Mussolini.

Em 1947, Chaplin lançou o filme Monsieur Verdoux, um trabalho brilhante com uma distinta visão do pós-guerra e pós-Holocausto.

Entre as mais importantes obras de Charlie Chaplin estão:

O Garoto (1921)

Pastor de Almas (1923)

Em Busca do Ouro (1925)

O Circo (1928)

Luzes da Cidade (1931)

Tempos Modernos (1936)

O Grande Ditador (1940)

Monsieur Verdoux (1947)

Luzes da Ribalta (1952)

Um Rei em Nova Iorque (1957).

Fonte: www.10emtudo.com

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"A Criança Negra No Currículo Escolar".


O afrodescendente tem no Brasil pelo menos uma experiência traumática relacionada à questão étnica na escola:

a) No capítulo sobre “O Corpo Humano” (livro de Ciências) há um desenho do corpo humano com um sujeito alto, forte, louro e de olhos azuis: um europeu. No Brasil, uma criança vê o desenho, olha ao redor, olha para si mesma, e não se reconhece. O corpo no desenho não faz muito sentido para ela;

“Os currículos, programas, materiais e rituais pedagógicos privilegiam os valores europeus em detrimento dos valores de outros grupos étnico-raciais presentes na sociedade”.

(Profª. Dra. Ana Célia da Silva).


b) O primeiro contato que a criança negra tem com sua cultura está no capítulo de escravidão, onde os negros estão acorrentados, apresentados como escravos: sem expressão de reação, passivos, sujeitos a maus-tratos, sem passado, sem família, sem alma, desenraizado (figuras de Debret ou Rugendas);

“Muitos educadores defendem que a escola não discrimina. Mas se o material didático não trata da questão multirracial, a discriminação está lá. Nós não somos como eu, descendente de europeus. Para mim, desde criança, os livros faziam sentido. Neles, todos eram como eu. Aliás, quando eu era criança, os negros só apareciam no livro de história e como escravos. Nunca apareciam sob outro aspecto, quando se falava em corpo humano, por exemplo”.

(Profº. Dr. Mário Sérgio Cortella).

c) O currículo escolar não aborda o Continente Africano (de onde descendem 45% da população desde país – fonte do IBGE), tornando-o um mistério ou, pior ainda, visto como palco de terríveis guerras civis, epidemias pavorosas ou de países muito próximos da barbárie, onde a civilização parece não existir;

d) Estudamos um pouco de mitologia grego-romana. Sabemos quem foi Atenas, Zeus, Apolo. Mas quem sabe o nome de uma divindade africana? (Ogum, Omolu, Oxossi, Obatalá) Nós tivemos uma noção de quem foram os imperadores romanos, ouvimos falar de Nero, Marco Aurélio, mas pouco de nós saberiam dizer o nome de um rei africano como Haile Selassie. São poucos os que sabem das diversas etnias, como Banto, Nagô, Benguela, Jeje entre tantas, que ajudaram a formar essa nação;

“Caso o Brasil fosse um país sem nenhuma imigração africana de importância, não seria surpreendente os currículos escolares dispensarem estes conteúdos. Mesmo assim, por razões da história da humanidade, ou mesmo da história econômica do capitalismo, seria indispensável um conhecimento da história africana. Surpreendente e impensável é um país que, nos seus pelo menos quatro séculos teve não somente a imigração maciça, como também tem a maioria da sua população descendente de africanos, não ter a História da África nos currículos escolares”.

(Profº. Dr. Henrique Cunha Jr.).


e) As imagens estereotipadas ou a invisibilidade do negro nos livros didáticos interferem na constituição da auto-imagem. Além disso, os processos educativos e culturais brasileiros produzem uma ausência de caminhos para a formação da identidade negra positiva, pois a divulgação da cultura negra é exígua, resumindo-se apenas na produção musical ou folclórica (samba, capoeira,...);


“Os estereótipos sobre o negro podem se constituir em uma variável importante para explicar o fracasso escolar das crianças negras”.

(Profª. Dra. Ana Célia da Silva).

f) No relacionamento das crianças, é natural a violência verbal, expressa na maioria das vezes, pela ênfase a cor da pele. O educador raramente intervem, sendo omisso numa situação conflitante para a identidade da criança negra.


“Ser chamado pelo nome próprio ou por apelido afetivo-familiar é importante para a construção da auto-estima e identidade étnico-racial. A distinção do outro pela cor da sua pele, pelo gênero ou direção sexual, desqualifica a pessoa enquanto ser humano e cidadão. As pessoas a quem se confere os atributos de humanidade e cidadania não são nomeadas pela sua pele, pelo seu gênero ou direção sexual: como o branco, o homem, o heterossexual. Pais e professores devem estimular seus filhos e alunos a não aceitarem ser chamados ou xingados por apelidos depreciativos, como um princípio formativo de auto-estima, auto-respeito e fortalecimento do ego”.


(Profª. Dra. Ana Célia da Silva).


A auto-estima é uma das condições necessárias para um desempenho escolar satisfatório dos educandos. Dada as situações de racismo ou de dependência eurocêntrica da cultura educacional brasileira, vide alguns fatos do cotidiano escolar expostos acima, os processos de identidade e auto-estima positiva do alunado afrodescendente tem sido profundamente afetados, tendo como conseqüência o medo em ser negro, ou aflição em sê-lo e declarar-se. Os efeitos psicológicos são vários, indo da insegurança pessoal a propensão ao insucesso escolar e social.


Os estímulos preconceituosos, vindos de fora, colaboram para a inibição do pensamento. A rejeição de si mesmo provoca a descaracterização de suas qualidades físicas, gerando o desejo de ter a cor branca, os lábios finos e os cabelos lisos, em busca de aceitação social. Portanto, quanto mais o negro estiver em contato com a realidade do seu corpo, com a história individual e coletiva que esse corpo contém, mais identificado estará com a vida que há nele, e menor importância dará às imposições externas, aceitando e valorizando suas características próprias.

O educador, enquanto mediador de processos de transformação na escola, deve atuar contra os preconceitos e pelo respeito à diversidade étnica. Ciente de seu papel, deverá buscar inserir-se neste processo, combinando em sua formação, ensinar, reaprender, refletir e comprometer-se com seu crescimento e com o de seus alunos.


Ao olhar para os alunos que descendem de africanos, o professor comprometido com o combate ao racismo e a discriminação, deverá buscar os conhecimentos sobre a história e cultura deste aluno e de seus antecedentes. E ao fazê-lo, buscar compreender os preconceitos embutidos em sua postura, linguagem e prática escolar; reestruturar seu envolvimento e se comprometer com a perspectiva multicultural de educação.


Ao informar corretamente em sala de aula sobre as identidades ali presentes, o educador, baseado em fatores culturais e históricos reais, estará possibilitando que o processo de troca seja pautado por parâmetros de igualdade.

“A escola só será mais competente se nós fomos capazes de valorizar a diferença. Mas atenção: valorizar a diferença não significa exaltar a desigualdade. Diferença é um conceito cultural e igualdade é um conceito ético. Homens e mulheres, brancos e negros, brasileiros e estrangeiros: somos todos diferentes, jamais desiguais”.


(Profº. Dr. Mário Sérgio Cortella).

Partindo da seguinte premissa, proferida pelo Prof. Dr. Rubem Alves:


“A educação, em essência, é precisamente isso: o exercício do Verbo”.


Muitos educadores resolvem praticar a educação projetando um olhar sensível e minucioso ao seu segmento fundamental: o educando. E na perspectiva de se construir sociedade e escolas democráticas, tem se empenhado em inserir nos currículos conteúdos/conhecimentos que tenham significado real para os alunos negros ou afrodescendentes. Desta forma, estão colocando em prática a Lei Federal 10.639/03 (que altera a Lei 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação – LDB), estabelecendo a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e particulares.

Como diz o teólogo Leonardo Boff:


“Um ponto de vista é a vista a partir de um ponto”.

Se a escola não contempla a multiplicidade de pontos de vista, ela se caracteriza incompetente na medida em que discrimina, rejeita ou, o que é pior, “invisibiliza”.

Assim, a produção da igualdade tem buscado construir no currículo escolar um conjunto de ações que chamamos de direitos. Uma abordagem que já vem sendo trabalhada pelos movimentos negros, de mulheres, indígenas, dos sem terra, etc.

Recados do seu filho,preste bastante atenção!!!


UM PEDIDO A SER CONSIDERADO.

1 - Não me estragues - Sei perfeitamente que não devo ter tudo que peço. Estou apenas testando você.
2 - Não tenha medo de ser firme comigo - Prefiro assim, para me sentir seguro amanhã.
3 - Não me faça sentir menor do que sou - Isto só fará com que me comporte como "grande" ridículo.
4 - Não me deixe adquirir maus hábitos - Tenho que contar com você para eliminá-los.
5 - Não me corrija com aspereza diante dos outros - A repreensão será mais proveitosa se feita calmamente, em particular.
6 - Não me proteja das conseqüências - É bom de que de vez em quando eu aprenda sofrendo na própria pele.
7 - Não se sinta chocado quando digo - "Odeio você" No fundo, não é você que odeio, é seu poder de me contrariar.
8 - Não ligue muito para certas dorzinhas de que às vezes me queixo - Quase sempre não passam de um truque para conseguir a atenção que preciso.
9 - Não seja ranheta comigo - Do contrário, para me proteger, serei obrigado a parecer surdo às suas reclamações.
10- Não se esqueça que não sei ainda me exprimir tão bem quanto desejaria - Este é o motivo por que nem sempre sou muito exato em minhas explicações.
11- Não faças promessas irrefletidas - Lembre-se que fico tremendamente frustrado quando uma promessa não é cumprida.
12- Não exija de mim padrões que não possa cumprir - Isto facilmente me assusta, a ponto de me levar a dizer mentiras.
13- Não seja incoerente - Cria em mim uma confusão tal que me faz perder a fé em você.
14- Não me diga nunca que meus medos são bobagens - Para mim, eles são terrivelmente reais, e você contribuirá muito para me dar segurança se tentar entendê-los.
15- Não me descarte quando faço perguntas - Senão eu paro de lhe perguntar as coisas e você vai descobrir que agora busco minhas respostas em outros lugares.
16- Não queira nunca parecer como perfeito ou infalível - Para mim será um choque forte demais descobrir que você não é nenhuma das duas coisas.
17- Não pense jamais que cairá do pedestal de sua dignidade perante mim se tiver que pedir desculpa - Saiba que um pedido de desculpa honesto, só faz aumentar minha atmosfera de intimidade com você.
18- Não se esqueça do quão depressa estou crescendo - Deve ser duro para você acompanhar meu ritmo, mas, por favor, tente.
19- Não se esqueça que gosto de experimentar - Sem isto não posso ir adiante.
20- Não se esqueça que não posso florescer senão com um bocado de amor e compreensão.

Fonte:http://norberthmns.blogspot.com/

Os 5% que fazem a diferença !!! Será que você faz a diferença!!!


"Tínhamos uma aula de Fisiologia na Escola da Medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir o silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que a turma correspondeu ? – Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação continuamente firmes na conversa. Foi aí que o professor perdeu a paciência e deu a bronca que eu já presenciei.
Veja o que ele disse:

-“Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”, disse levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.

-“Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada 100 alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume. São medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de 100 pessoas apenas 5 são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos melhores. Mas infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre poderá escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”.

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gosta particularmente de ser classificado como ‘fazendo parte do resto’? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim aquele professor foi um dos 5% que fez a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.
Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especial em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

"Mulheres de Coragem"!!!


Foi na Alemanha que esta história aconteceu.
Há muitos e muitos anos.
A guerra já durava havia muito tempo.
As tropas do Imperador Conrado III cercavam o castelo do Rei Welfo VI.
Antes que o cerco começasse, quando perceberam que as tropas inimigas se aproximavam, os habitantes do castelo já tinham fugido nas suas carroças, nos seus carros de boi ou mesmo a pé, carregando o que podiam.
As crianças tinham sido mandadas para longe, para a casa de parentes.
Ficaram apenas os soldados e os cavaleiros, para a defesa do castelo; e suas mulheres, que não quiseram abandoná-los.
O cerco já durava dois longos anos.
Nos primeiros tempos, os defensores do castelo estavam otimistas, achavam que havia possibilidade de
vencer o inimigo, pela luta ou pelo cansaço.
Mas, com o passar do tempo, a comida foi acabando, a água foi se tornando cada vez mais difícil, as doenças começaram a se espalhar.
Os feridos se arrastavam pelos aposentos desertos do castelo, sem tratamento, sem esperança.
A invasão do castelo estava próxima. E todos sabiam que quando isso acontecesse ninguém se salvaria.
Havia desânimo e tristeza.
Um dia, o imperador mandou ao rei um cavaleiro, levando uma mensagem.
Impressionado com a lealdade das mulheres, que haviam permanecido com seus maridos, Conrado oferecia a elas a salvação: poderiam sair do castelo, atravessar o acampamento de suas tropas, que não seriam maltratadas.
E poderiam, ainda, carregar consigo o que tivessem de mais precioso.
Nessa noite, enquanto os homens se preparavam para a batalha, as mulheres discutiam sua fuga.
Não sabemos o que se passou nessa noite. O que sabemos é que de manhã, muito cedo, quando os primeiros raios de sol iluminaram os portões, um grupo de mulheres saiu, trazendo uma grande bandeira branca.
Dirigiu-se ao acampamento do inimigo.
Ao encontrar a primeira sentinela, uma das mulheres adiantou-se e pediu para falar com o imperador. Conrado recebeu-as, cada vez mais impressionado com sua valentia.
As mulheres tinham vindo perguntar ao imperador se podiam, realmente, contar com sua palavra. Se podiam, de verdade, sair do castelo, carregando o que tinham de mais precioso.
Ofendido, ele reafirmou sua palavra:
-Palavra de rei não volta atrás! - ele deve ter dito.
As mulheres então voltaram ao castelo, para executar o seu plano.
Daí a pouco começaram a sair. Envoltas em suas pesadas capas de viagem, caminhando com dificuldade.
Pois nos ombros traziam o que tinham de mais precioso.
Ante o olhar atônito dos homens de Conrado, as mulheres passaram, com seus maridos nos ombros.
Os soldados se voltaram para o chefe, aguardando suas ordens.
Mas Conrado, impassível, mantinha sua palavra, deixando que toda a tropa inimiga passasse por entre suas próprias tropas, protegida pela coragem de suas mulheres.
Contam que o castelo não foi nem invadido.
Ali mesmo, no campo de batalha, Welfo e Conrado se encontraram e a paz foi feita.
E puderam todos voltar para suas casas e esquecer, por algum tempo, que existia guerra.

*Homenagem do Educar com Amor a todas as mulheres de garra,fibra e doçura.

Créditos:Ruth Rocha-Uma história do livro Mulheres de Coragem da Editora FTD

"A Pipa e a Flor".


... Era uma vez um pipa.
O menino que a fez estava alegre, e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz,uma boca...
Ô, pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
Mas aconteceu um dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá no quintal, uma flor. Ela já tinha encontrado muitas flores. Só que desta vez seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...
A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa. Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
E assim, resolveu mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou, e a pipa foi cair, devagarinho, ao lado da flor.
E deu a linha para ela segurar.
Ela segurou forte.

Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria histórias para que ela dormisse.E ela pediu:
“- Florzinha me solta...”
E a florzinha soltou.
A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no chão. E teve inveja da pipa. Tinha raiva de ver a felicidade da pipa, longe dela...
Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.
“- Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo comigo...”
E a inveja juntou-se ao ciúme.
Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não.
Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.
E a flor começou a ficar malvada.
Ficava emburrada quando a pipa chegava.
Exigia explicação de tudo.
E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer.
E a flor foi, aos poucos encurtando a linha e a pipa não conseguia mais voar.
Via, ali do baixinho, de sobre o quintal (esta era toda a distância que a flor lhe permitia voar) as outras pipas, lá de cima... E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava da flor, como no início...

... A pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. E assim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou alinha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-a voar nas alturas...

Créditos:ALVES, Rubem. A pipa e a flor. São Paulo: Loyola, 2004. p.12-24.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Professores Apaixonados!!!


Você professor,educador se encaixa nesse perfil???

Professores professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa de que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos. Não há pretextos que justifiquem, para os professores
apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista,dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito,das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão.
Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança. Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada.
Os professores apaixonados querem tudo.Querem multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade.Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.

A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.

Créditos:Gabriel Perissé

Ensina o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele (Pv 22:6).

domingo, 3 de abril de 2011

Portaria define critérios para que secretarias peçam recursos.


Piso salarial do magistério.

Quinta-feira, 03 de março de 2011 - 08:00

O Ministério da Educação publicou, nesta quinta-feira, 3, portaria que aprova resolução da Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade. Essa resolução trata do uso de parcela dos recursos da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para o pagamento integral do piso salarial dos profissionais da educação básica pública.

Composta por membros do MEC, do Conselho Nacional de Secretarias de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a comissão definiu cinco critérios que serão exigidos de estados e municípios para pedido de recursos federais destinados ao cumprimento da lei do piso salarial do magistério:

Aplicar 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino;

Preencher o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope);

Cumprir o regime de gestão plena dos recursos vinculados para manutenção e desenvolvimento do ensino;

Dispor de plano de carreira para o magistério, com lei específica;

Demonstrar cabalmente o impacto da lei do piso nos recursos do estado ou município.

Com base nessas comprovações, o MEC avaliará o esforço das administrações na tentativa de pagar o piso salarial dos professores.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a Portaria nº 213. de 2 de março de 2011 no partal do MEC.

Fonte:http://portal.mec.gov.br/

Valorização do professor!!!


Piso do magistério será reajustado em 15,85% e subirá para R$ 1.187.

Quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 - 17:53 O piso salarial do magistério deve ser reajustado em 15,85%. A correção reflete a variação ocorrida no valor mínimo nacional por aluno no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2010, em relação ao valor de 2009. E eleva a remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais para R$ 1.187,00.

De acordo com o MEC, a nova remuneração está assegurada pela Constituição Federal e deve ser acatada em todo o território nacional pelas redes educacionais públicas, municipais, estaduais e particulares.

Com relação à reivindicação da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), de aplicação do reajuste em abril, o MEC observa que o aumento é determinado de acordo com a definição do custo por aluno estabelecido pela Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007 [Lei do Fundeb], no início de cada ano.

O MEC aprova resolução da Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade, que atenua os critérios para permitir a prefeituras e a governos estaduais complementar o orçamento com verbas federais e cumprir a determinação do piso da magistratura. A comissão é integrada também pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Critérios — Os novos critérios exigidos de estados e municípios para pedido de recursos federais destinados ao cumprimento do piso salarial do magistério abrangem:

Aplicar 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino
Preencher o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope)
Cumprir o regime de gestão plena dos recursos vinculados para manutenção e desenvolvimento do ensino
Dispor de plano de carreira para o magistério, com lei específica
Demonstrar cabalmente o impacto da lei do piso nos recursos do estado ou município

Com base nessas comprovações, o MEC, que reserva aproximadamente R$ 1 bilhão do orçamento para apoiar governos e prefeituras, avaliará o esforço dessas administrações na tentativa de pagar o piso salarial dos professores.

Assessoria de Comunicação Social


Fonte:http://portal.mec.gov.br

12 alimentos para combater a depressão.


Ricos em nutrientes,eles garantem bem-estar e ajudam no tratamento da doença.


A depressão é um transtorno mental bastante comum atualmente. Segundo o Ministério da saúde, estima-se que, na América Latina, 24 milhões de pessoas sofram com a doença. Num episódio depressivo a pessoa pode se sentir sem energia, com o humor afetado, sem interesse e sem vontade de fazer tarefas comuns da sua rotina, além dos sintomas físicos como dor de cabeça e dor de estômago. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, nosso cérebro produz substâncias chamadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções cerebrais. Um destes neurotransmissores, a serotonina, é capaz de dar ao cérebro sensação de bem-estar, regulando nosso humor e também dando sensação de "saciedade".

A alimentação pode ajudar a produzir mais serotonina, aumentando o bom humor e ajudando no combate da depressão, entretanto, vale lembrar que ela não substitui o tratamento da doença, com a intervenção medicamentosa e terapia. "Para a produção cerebral da serotonina há necessidade de "matérias primas" (chamadas de cofatores) fundamentais para sua síntese, como exemplos: triptofano (aminoácido), magnésio, cálcio (minerais), vitamina B6, ácido fólico (vitaminas)", ressalta Navarro. A seguir, conheça alguns alimentos que melhorar o seu humor e são excelentes coadjuvantes para dar uma "forcinha" no combate da doença

1-Castanha-do-pará, nozes e amêndoas: elas são ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Segundo a nutricionista Abykeyla Tosatti, elas colaboram para a melhoria dos sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. As quantidades diárias recomendadas são duas a três unidades de castanha-do-pará ou cinco unidades de nozes ou 10 a 12 unidades de amêndoas. Mas também dá para fazer um mix saboroso dessas oleaginosas.

2-Leite e iogurte desnatado: eles são ótimas fontes de cálcio, mineral que elimina a tensão e depressão. "O cálcio ajuda a reduzir e controlar o nervosismo e a irritabilidade. Ele participa também das contrações musculares, dos batimentos cardíacos e da transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de 2 a 3 porções por dia.

3-Frutas: Melancia, abacate, mamão, banana, tangerina e limão são conhecidos como agentes do bom humor. "Todas estas frutas são ricas em triptofano, aminoácido que ajuda na produção de serotonina", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de três a cinco porções de frutas todos os dias.

4-Laranja e maçã: elas ganham destaque porque fornecem ácido fólico, cujo consumo está associado a menor prevalência de sintomas depressivos. Além disso, por ser rica em vitamina C, a laranja promove o melhor funcionamento do sistema nervoso, garante energia, ajuda a combater o estresse e previne a fadiga.
5-Banana e abacate: a banana é rica em carboidrato (hidratos de carbono), potássio e magnésio. Também é fonte de vitamina B6, que produz energia. "A fruta diminui a ansiedade e ajuda a ter um sono tranquilo", explica Abykeyla. Tão bom quanto, o abacate é outra ótima opção, e antes de dormir. Consuma duas colheres de chá da fruta pura (sem açúcar ou adoçante) todos os dias antes de se deitar.

6-Mel: esse alimento estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Para usufruir dos benefícios, duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes.

7-Ovos: "Eles são uma boa fonte de tiamina e a niacina (vitaminas do complexo B), que colaboram com o bom humor", aponta Abykeyla Tosatti. O recomendado é uma unidade por dia, no máximo. Quem tem colesterol alto deve se preocupar com o consumo em excesso, e evitar, principalmente a versão frita.

8-Carnes magras e peixes: "O triptofano, presentes nestas fontes de proteína, ajuda no combate da depressão e melhora o humor, pois aumenta a produção de serotonina, que exerce grande influência no estado de humor, pois é capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, relaxar, criar a sensação de prazer e bem-estar e até induzir e melhorar o sono", enfatiza a nutricionista Abykeyla Tosatti. Ela recomenda entre uma e duas porções por dia, principalmente de peixes como atum e salmão.

9-Carboidratos complexos: eles ajudam o organismo a absorver triptofano e estimulam a produção do neurotransmissor serotonina, que ajuda a reduzir as sensações de depressão. "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão. Alimentos fontes de carboidratos: pães, cereais integrais (trigo, arroz)", explica a especialista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de 6 a 9 porções diárias.

10-Aveia e centeio: os dois são ricos em vitaminas do complexo B e vitamina E. "Estes nutrientes possuem grande importância, pois, melhoram o funcionamento do intestino, combatem a ansiedade e a depressão", diz a nutricionista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de, pelo menos, três colheres de sopa cheia por dia.

11-Folhas verdes: estudos mostram que uma alimentação com consumo elevado de folato (importante vitamina do complexo B) está associada a menor prevalência de sintomas depressivos. Um dos alimentos ricos em folato são as hortaliças folhosas verde-escuras (espinafre, brócolis, alface). "Algumas pesquisas mostram que indivíduos deprimidos podem apresentar baixos níveis de vitamina B12, levando a diminuição do folato e o desequilíbrio do metabolismo dos neurotransmissores do cérebro associados ao controle do humor", adverte a especialista Abykeyla Tosatti. O recomendado é a ingestão diária de três a cinco porções por dia.

12-Soja: ela é rica em magnésio que é o segundo mineral mais abundante no nosso organismo e desempenha um papel fundamental na energia das células. Sua deficiência pode resultar em falta de energia. "O magnésio ajuda a reduzir a fadiga e aumentar os níveis de energia. Esse mineral combate o estresse porque tem propriedades tranquilizantes naturais, principalmente quando combinadas com cálcio", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti.


CRÉDITOS:ROBERTA VILELA